Hayden Panettiere revelou "sentença de morte" de médico em biografia
A atriz norte-americana Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos, falou sobre depressão e vícios em biografia lançada em maio deste ano

A morte da atriz Hayden Panettiere aos 36 anos levantou uma série de debates. Famosa por participações em Heroes e Nashville, a artista relembrou momentos de depressão e problemas envolvendo alcoolismo em uma biografia lançada nas lojas norte-americanas no dia 12 de maio.

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Em This Is Me: A Reckoning (Esta Sou Eu: Um Acerto de Contas, em tradução livre), a atriz falou abertamente sobre seu vício em álcool e drogas, revelando que chegou a receber uma “sentença de morte” por parte dos médicos.
“O álcool me permitiu dizer: ‘Dane-se, eu lido com tudo depois’. E em trinta segundos eu já estava totalmente concentrada. Foi como voltar à superfície para respirar”, disse a atriz. “Enquanto meu sistema nervoso tentava se regular sem os efeitos depressores do álcool, ele entrou em hiperatividade e meu corpo inteiro tremia.”
Por conta do vício, Hayden Panettiere disse que tinha problemas para dormir e que poderia morrer “em cinco anos”. “Eu não conseguia dormir e minha cabeça latejava como se estivesse pressionando meu crânio”, detalhou. “Um médico me disse que, se eu não parasse de beber, estaria morta em cinco anos”, contou.
“Já disse isso antes e vou repetir: os viciados não têm paciência. Quando estamos tremendo, com náuseas, ansiosos, solitários ou deprimidos, precisamos de alívio instantâneo que nos leve para aquele lugar sem dor chamado negação”, completou.
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Em sua biografia, a famosa também revelou dificuldades envolvendo uma depressão pós-parte enfrentada após o nascimento de sua única filha, Kaya, atualmente com 11 anos. “Eu precisava descobrir como criar um vínculo com ela. Parecia uma tarefa impossível, e eu estava apenas no primeiro dia”, lamentou.
“Não era pânico o que estava no meu peito. Era nada. Um apagão total de emoções, como se minha alma estivesse morta. A primeira coisa em que eu pensava quando acordava era álcool. Não era minha filha, não era meu trabalho e nem o resto da minha vida. Eu precisava de uma bebida para funcionar às 6 da manhã”, contou.
















