Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Fábia Oliveira

Gravidez aos 40, como de Sabrina Sato, pode ter riscos e pede cuidados

Especialista esclarece riscos e cuidados necessários para mulheres que engravidam após os 40 anos e a necessidade do acompanhamento médico

22/06/2026 17:31
Compartilhar notícia
Reprodução/Redes sociais
Gravidez aos 40, como de Sabrina Sato, pode ter riscos e pede cuidados

A apresentadora Sabrina Sato, de 45 anos, encantou os seguidores nesta segunda-feira (22/6) ao anunciar que está grávida do marido, o ator Nicolas Prattes. O anúncio reacendeu um debate importante: os riscos que uma gestação após os 40 anos pode representar e os cuidados necessários para que a mãe e o bebê vivam o momento com saúde.

Mamãe de novo

“O nosso amor chamou e floresceu. Deus sabe de tudo”, escreveu Sabrina Sato ao anunciar que será mãe pela segunda vez. A famosa já é mãe de Zoe, fruto do seu relacionamento com o ator Duda Nagle.

Segundo especialistas, porém, uma gestação nessa faixa etária exige atenção redobrada, planejamento e acompanhamento médico individualizado. “Segundo o Ministério da Saúde, toda gestação após os 35 anos já é considerada de alto risco”, explicou a ginecologista Fernanda Torras.

“Isso não significa que algo ruim vá acontecer, mas que essa mulher precisa de um acompanhamento mais próximo e individualizado”, ressaltou. Segundo a profissional, aos 45 anos a fertilidade já está reduzida e o organismo passa por mudanças importantes.

Uma gravidez aos 40 anos aumenta os riscos de hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, trombose e parto prematuro. “Para o bebê, existe uma chance maior de alterações cromossômicas e de prematuridade. Quanto melhor a avaliação cardiovascular, metabólica e hormonal antes da gravidez, maior a chance de uma gestação segura”, disse.

Gravidez aos 40, como de Sabrina Sato, pode ter riscos e pede cuidados - destaque galeria
7 imagens
Sabrina Sato
Mãe de Sabrina Sato revela que terá outro neto: "Irmãozinho pra Zoe?"
Sabrina Sato falou sobre o que mudou com a chegada de Zoe
Sabrina Sato, Zoe e Nicolas Prattes posam durante viagem
Sabrina Sato e Zoe fazem pose para o Instagram
A apresentadora em família
1 de 7

A apresentadora em família

Reprodução/Instagram
Sabrina Sato
2 de 7

Sabrina Sato

Reprodução/Instagram
Mãe de Sabrina Sato revela que terá outro neto: "Irmãozinho pra Zoe?"
3 de 7

Mãe de Sabrina Sato revela que terá outro neto: "Irmãozinho pra Zoe?"

Reprodução/Instagram
Sabrina Sato falou sobre o que mudou com a chegada de Zoe
4 de 7

Sabrina Sato falou sobre o que mudou com a chegada de Zoe

Instagram/Reprodução
Sabrina Sato, Zoe e Nicolas Prattes posam durante viagem
5 de 7

Sabrina Sato, Zoe e Nicolas Prattes posam durante viagem

Instagram/Reprodução
Sabrina Sato e Zoe fazem pose para o Instagram
6 de 7

Sabrina Sato e Zoe fazem pose para o Instagram

Instagram/Reprodução
Sabrina Sato
7 de 7

Sabrina Sato

Jean Telles/Coluna Fabia Oliveira

Acompanhamento

Segundo a médica, o acompanhamento durante a gravidez costuma ser mais intenso quando comparado ao de mulheres mais jovens, especialmente pela necessidade de monitorar condições que podem impactar a evolução da gestação.

“O pré-natal costuma ser mais intenso. Além do obstetra, muitas vezes é necessário o acompanhamento de outros profissionais, como cardiologista, endocrinologista e nutricionista, dependendo do histórico de cada mulher. Controlar pressão arterial, glicemia, ganho de peso, qualidade do sono e manter atividade física adequada passa a ser ainda mais importante”, contou.

Outro ponto que chama atenção no caso de Sabrina Sato é o histórico de duas perdas gestacionais nos últimos anos. Para a especialista, embora a situação demande investigação, ela não impede necessariamente uma nova gestação bem-sucedida.

“Duas perdas gestacionais merecem uma investigação cuidadosa, mas não significam que uma nova gravidez não possa evoluir bem. Hoje temos recursos para avaliar causas genéticas, hormonais, anatômicas, imunológicas e trombofílicas. Quando uma mulher engravida novamente após perdas anteriores, o acompanhamento costuma começar muito cedo”.

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters