
Fábia OliveiraColunas

Felca entra no caso do cão Orelha e pede “mudanças urgentes”
O influenciador Felca pediu que o Ministério Público tome uma atitude após o caso do cachorro Orelha, que morreu em Florianópolis
atualizado
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O influenciador Felca se manifestou sobre o caso do cachorro Orelha, agredido e morto em Florianópolis (SC) no mês passado. O famoso cobrou que os responsáveis sejam punidos e pediu a criação de um canal nacional para denúncias contra maus-tratos a animais.
Em seu perfil no Instagram, Felca publicou uma carta aberta aos seguidores e autoridades e pediu que o caso do cão Orelha não seja esquecido. “O caso do cachorro Orelha revelou, de forma incontornável, a vulnerabilidade daqueles que dependem exclusivamente da nossa capacidade de reconhecer sua existência, sua dor e seu direito à proteção”, disse ele, no texto.
Abaixo-assinado
Felca afirmou que um abaixo-assinado online para a criação de um disque denúncia nacional contra maus-tratos a animais já arrecadou mais de 760 mil assinaturas. “Cada assinatura registrou a recusa coletiva em aceitar que o sofrimento dos mais frágeis permaneça invisível ou sem resposta”, ressaltou.
“Esse movimento permanece vivo, sustentado pela consciência de que mudanças urgentes ainda precisam acontecer, e para isso, nenhuma indignação é ainda suficiente”, completou.
Pedido
O influenciador pediu, ainda, que os responsáveis pelo crime contra Orelha sejam responsabilizados. “Criminosos seguem sem serem punidos mesmo com a viralização nacional, e é por isso que seguimos acreditando na responsabilização e na aplicação de medidas eficientes em múltiplas frentes que garantam proteção real aos animais”.
No texto, Felca pede que o Ministério Público avalie a viabilidade de implementar um canal específico para casos de maus-tratos contra animais com integração dos entes federais. “Orelha permanece como lembrança de responsabilidade. E essa memória continua a afirmar que aqueles que só esperam cuidado e amor não podem continuar dependendo do silêncio e da sorte para sobreviver”, encerrou.













