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Fábia Oliveira

Exposed de Bruna Rotta sobre traição alerta para a saúde mental na gravidez

A influenciadora usou as redes sociais para relatar episódios de desrespeito e pedido de teste de DNA feito pelo ex, Kauã Elias

05/11/2026 14:19
Instagram/Reprodução
Exposed de Bruna Rotta sobre traição alerta para a saúde mental na gravidez - Metrópoles

A reta final da gravidez de Bruna Rotta ganhou novos desdobramentos nas redes sociais. Na quarta-feira (4/11), a influenciadora decidiu romper o silêncio e publicou um desabafo acompanhado de prints, mensagens e registros sobre o relacionamento com o jogador Kauã Elias, pai de sua filha, Helena.

Emocionada, ela explicou que resolveu contar sua versão após receber inúmeras perguntas sobre os motivos do término e por estar enfrentando a gestação sem a presença do ex-companheiro. Entre as situações que relatou estão supostas traições, episódios de desrespeito durante a gravidez, conflitos no relacionamento e até um pedido de teste de DNA por parte do jogador.

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Segundo a influenciadora, um dos episódios mais delicados teria acontecido no dia do chá revelação da bebê. Ela contou que o ex saiu para um pagode enquanto ela preferiu permanecer em casa por estar cansada. Após o retorno do jogador, afirmou ter recebido mensagens e registros que, segundo sua interpretação, indicariam uma traição.

Impacto na saúde mental

A exposição trouxe novamente à tona os impactos emocionais que situações de conflito podem representar durante a gestação. Em meio à repercussão, a influenciadora Gabi Luthai deixou uma mensagem de apoio a Bruna e compartilhou uma experiência pessoal: revelou que precisou utilizar antidepressivos durante sua primeira gravidez, período em que enfrentava depressão.

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Bruna Rotta e Kauã Elias.
Orochi alerta Bruna Rotta sobre traição
Bruna Rotta e jogador Kauã Elias revelam sexo do primeiro filho
Bruna Rotta anunciou que está grávida de Kauã Elias
Rodrygo Goes e Bruna Rotta assumiram o namoro em setembro de 2024
Antes de Marquinhos, Bruna namorou Rodrygo Goes
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Antes de Marquinhos, Bruna namorou Rodrygo Goes

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Bruna Rotta e Kauã Elias.
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Bruna Rotta e Kauã Elias.

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Orochi alerta Bruna Rotta sobre traição
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Orochi alerta Bruna Rotta sobre traição

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Bruna Rotta e jogador Kauã Elias revelam sexo do primeiro filho
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Bruna Rotta anunciou que está grávida de Kauã Elias
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Rodrygo Goes e Bruna Rotta assumiram o namoro em setembro de 2024
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Rodrygo Goes e Bruna Rotta assumiram o namoro em setembro de 2024

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Os dois estão juntos desde setembro de 2024
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Bruna é ex-namorada de Rodrygo Goes
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Namorada de Rodrygo posta foto "proibida" e entrega segredo do jogador
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O relato chamou atenção para uma questão que ainda gera dúvidas e insegurança entre mulheres: é possível fazer tratamento com antidepressivos durante a gravidez?

Para Mariellen Freitas, a gestação não significa que a mulher precise abandonar automaticamente o tratamento psiquiátrico. A decisão deve considerar o histórico clínico, a intensidade dos sintomas e os riscos e benefícios para a mãe e o bebê.

“Existe uma ideia equivocada de que a mulher precisa suspender qualquer medicamento psiquiátrico assim que descobre uma gravidez. Mas a saúde mental materna também precisa ser considerada. Em determinadas situações, manter o tratamento pode ser fundamental para evitar o agravamento de um quadro depressivo. Cada caso precisa ser avaliado individualmente, com acompanhamento médico”, explicou.

Retirada das medicações

A especialista também alertou para os riscos da interrupção de medicamentos sem orientação profissional: “Interromper um antidepressivo por conta própria pode provocar sintomas de descontinuação e favorecer uma recaída”, disse, antes de completar:

“Uma depressão não tratada também pode trazer consequências importantes para a gestante. Não podemos considerar apenas os possíveis efeitos da medicação, mas também os riscos de deixar a doença sem tratamento”, afirmou.

Continuidade do tratamento na gravidez

Outro ponto importante é que nem todos os antidepressivos apresentam o mesmo perfil de segurança durante a gestação. A escolha do medicamento, a dosagem e a necessidade de continuidade devem ser discutidas com os profissionais responsáveis pelo acompanhamento da paciente.

Para a especialista em saúde mental, relatos como o de Gabi Luthai ajudam a diminuir o preconceito em torno da saúde mental materna: “A maternidade não torna a mulher imune à depressão ou à ansiedade. Ela não precisa sentir culpa por precisar de tratamento”, garantiu.

E prosseguiu: “Cuidar da saúde mental também faz parte dos cuidados com o bebê. Precisamos substituir o julgamento pelo acolhimento e pela informação”, concluiu.

O caso de Bruna Rotta e o relato de Gabi Luthai colocam em evidência uma discussão que vai além da exposição nas redes sociais: a importância de acolher mulheres durante a gravidez, reconhecer o sofrimento emocional e garantir que a saúde mental também seja prioridade no pré-natal.