Ex-genro de Ana Maria Braga implora por vaga em A Fazenda: “Sem emprego”
Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, usou as redes sociais para pedir uma chance no reality da Record

O professor de yoga Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, usou seu perfil no Instagram para pedir uma vaga no reality rural A Fazenda, da Record. Após ser acusado de roubo, ameaça e agressão durante uma rave, ele voltou a afirmar que tem encontrado dificuldades em conseguir trabalho.

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Numa publicação, ele afirmou estar disposto a enfrentar o desafio. “TV RECORD, AQUI TEM UM PEÃOZINHO… mas sem prego, sem martelo e sem emprego! Já estou desempregado… Então, se a ideia é encontrar alguém disposto a encarar A Fazenda, eu já estou dando o recado!”, escreveu González.
Ele seguiu: “Agora me digam uma coisa: RECORD, ATÉ QUANDO VÃO DEIXAR O PÚBLICO E OS PARTICIPANTES NESSA EXPECTATIVA? Porque oportunidade não aparece todo dia… e eu estou aqui!”, encerrou.
Na semana passada, ele já tinha desabafado nas redes falando sobre a dificuldade de trabalhar após as polêmicas. “Consegui um trabalho, mas, como muitas vezes acontece em uma sociedade que julga pelas aparências e tira conclusões sem perguntar diretamente ou investigar, as coisas acabaram se complicando”, disse.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Os clientes diminuíram e, por diversos motivos, os donos foram obrigados a me dispensar”, recordou. Logo depois, ele afirmou que não há provas contra ele: “Desculpa novamente pelo desabafo. Mas respondo justamente àqueles que enxergam apenas aparências, BOs ou medidas, sem investigação, sem ouvir os envolvidos e sem provas claras”, disse.
Acusações
Nesta terça-feira (1º/8), a defesa de Badarik González se manifestou, por meio de nota, sobre as acusações contra o professor de yoga. Segundo o texto, os supostos crimes cometidos pelo ex-genro de Ana Maria Braga ainda estão sendo investigados.
“Diante da intensa repercussão pública do caso, é necessário reafirmar uma garantia elementar do Estado Democrático de Direito: investigação não é condenação. Até o presente momento, não houve oferecimento de denúncia. Ainda assim, a exposição pública já vem produzindo consequências concretas na vida pessoal e profissional do investigado”, afirmou a defesa.
















