
Fábia OliveiraColunas

Ex-diretor de Gugu solta o verbo e detona Rodrigo Faro: “Absurdo”
O diretor Homero Salles, amigo pessoal de Gugu Liberato, abriu o coração e criticou o trabalho de Rodrigo Faro como apresentador
atualizado
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O diretor Homero Salles, amigo de Gugu Liberato e que dirigiu grande parte dos programas apresentados pelo comunicador, soltou o verbo e detonou o trabalho de Rodrigo Faro como apresentador. Ele foi categórico ao afirmar que o artista, que deixou a Record em dezembro de 2024, é um ator que “finge” ser apresentador.
Veja:
“Não é apresentador”
Em entrevista ao Podcast Olhar Cínico, Salles criticou o ex-contratado da Record: “Vamos falar? O Faro não é um apresentador. O Faro é um ator que faz um papel de apresentador. Faro não é apresentador”, disse.
Ele seguiu, afirmando que seria um “absurdo” a TV Globo trocar Marcos Mion por Rodrigo Faro no Caldeirão. “Trocar ele pelo Mion é um absurdo. Mion ainda é a única coisa que é anos 1990, que ainda segura o que é entretenimento. Pode estar numa fase ruim, como nós tivemos também”, apontou.
Depois de deixar a Record, onde trabalhou por 17 anos, Rodrigo Faro assinou com a TV Globo para comandar ao menos dois projetos. O primeiro deles é um reality show Herança em Jogo no serviço de streaming Globoplay. O outro é um programa no Multishow, ainda sem detalhes definidos, que pode ganhar uma exibição futura na TV aberta.
Viva a Noite
Recentemente, Homero Salles se manifestou sobre a nova versão do programa Viva a Noite, do SBT. A versão original, criada em 1982, foi comandada justamente por Gugu Liberato. Já a nova atração tem Luís Ricardo como apresentador.
“Só acertaram no nome e erraram no resto”, escreveu ele em seu perfil no LinkedIn logo após a estreia da atração, em março. “Sentei em frente à TV no sábado para assistir, com esperança e nostalgia, a um revival do programa que eu e o Gugu criamos em em 1982”, seguiu.
Salles continuou com as críticas: “O Viva a Noite original dos anos 1980 derivou de uma competição de danças trazida pela produtora argentina Nelly Raymond [1932-2020], que vinha ao Brasil somente uma vez por mês. Cabia a mim e ao Gugu reescrever tudo, criar quadros e adaptar o formato aos recursos da época –ou melhor, à ausência deles: zero verba e muita criatividade, improviso e televisão ao vivo”, lembrou.
“E aí começam os erros desta nova tentativa de recriar um ícone do SBT. O principal: fizeram o programa gravado. Viva a Noite é, por natureza, um programa ao vivo. Não funciona gravado. Seu sucesso sempre esteve no improviso, na espontaneidade e na interação com o auditório”, apontou Salles. “Nada disso estava lá.”











