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Crime organizado e ameaças: diarista processa Deolane em ação criminal
O caso, que tramita na esfera penal, envolve o filho da influenciadora e graves acusações; saiba os detalhes
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que Deolane Bezerra está envolvida em um novo escândalo na Justiça. O caso, que tramita na esfera penal, envolve o filho da influenciadora e graves acusações.
O que aconteceu?
Denise Rosane Bastos apresentou uma queixa-crime contra a famosa pelos crimes de calúnia e ameaça. O caso teve início em 16 março e tramita na 3ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
A autora diz ter trabalhado como diarista na casa de Deolane e nos apartamentos de seus filhos, Kayky e Gilliard. Ela afirma que, um dia após realizar uma faxina na casa de Kayky, recebeu uma ligação do mesmo acusando o sumiço de um suposto dinheiro em seu quarto. A profissional alega que esclareceu desconhecer a quantia.
Na ação, Denise afirma que, em seguida, recebeu mensagens de áudio de Deolane, nas quais a famosa teria a acusado de subtrair o dinheiro e ordenado a sua devolução. Ela também teria ameaçado a funcionária.
Denise alega que seguranças da influencer revistaram sua residência e seu veículo em busca do dinheiro. A diarista conta também ter recebido mensagens de áudios de números desconhecidos. Nelas, os interlocutores teriam dito que o dinheiro desaparecido pertencia ao crime organizado e que Deolane e Kayky atuavam em sua lavagem, atividade ilícita e criminosa. Ela afirma que os interlocutores se apresentaram como verdadeiros donos da quantia e também fizeram ameaças
À época dos fatos, em novembro de 2025, a diarista lavrou um boletim de ocorrência contra a famosa e seu filho. Ela diz ter entregado um pen drive com gravações dos áudios de Deolane e dos supostos agentes do crime organizado.
Rejeição parcial
Em 27 de março, a juíza do caso rejeitou parcialmente a queixa-crime no que se refere ao crime de ameaça. A magistrada observou que apenas o Ministério Público tem legitimidade para propor a ação penal para esse delito, não sendo uma competência de Denise enquanto vítima.
Com isso, o caso seguirá apenas com a acusação do crime de calúnia. A tese da ameaça, no entanto, pode ser posteriormente resgatada pelo MP.











