
Fábia OliveiraColunas

CPI das Bets: Virginia responde se recebia 30% de perdas de seguidores
Em depoimento no Senado, Virginia Fonseca negou que recebia valor de casa de aposta em perdas de apostas de seguidores
atualizado
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A influenciadora Virginia Fonseca prestou depoimento na manhã desta terça-feira (13/5) na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga crimes em casas de apostas online. Em sua fala no Senado Federal, a apresentadora do SBT negou que recebesse 30% dos valores perdidos por usuários em cassinos virtuais divulgados por ela e deu sua versão do caso.
Explicou
Questionada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), Virginia Fonseca afirmou que seu contrato com a Esportes da Sorte ou outras casas de apostas não previam faturamento em cima das perdas dos usuários, e sim sobre o lucro oferecido às plataformas.
O caso foi revelado pela revista Piauí em janeiro deste ano. “Na época, saiu [essa reportagem] e eu não podia responder por questão de confidencialidade, fui orientada pelo meu advogado na época”, comentou a influenciadora.
Em seguida, ela detalhou como funcionava seu contrato. “O que aconteceu foi que fechei meu contrato com a Esporte da Sorte e esse valor que eles me pagaram [R$ 29 milhões, segundo a publicação], se eu dobrasse o lucro dele, eu receberia 30% a mais da empresa. Em momento algum recebi sobre perdas dos seguidores, nunca teve sobre isso no contrato. Mas esse valor nunca foi dobrado, então, nunca recebi um real a mais do que o contrato”, revelou.
Segue as regras
Virginia Fonseca também disse em seu depoimento que segue as regras estabelecidas pelo CONAR (Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária) ao divulgar casas de aposta nas suas redes sociais.
“Quando eu posto, deixo muito claro que é um jogo, que menores de 18 anos não podem jogar, para jogarem jogar com responsabilidade, coloco as imagens do CONAR, nunca falei pra pessoa entrar e fazer o dinheiro da vida dela, mas não sei como as outras pessoas fazem. Tudo o que me passaram pra fazer, eu faço. Sempre deixo claro as exigências”, apontou.











