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Choquei e seu dono processam Danilo Gentili em ação envolvendo morte
A coluna descobriu que o apresentador se tornou alvo de um processo judicial movido pela página de notícias e por Raphael Sousa Oliveira
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que Danilo Gentili se tornou alvo de um processo judicial movido pela página de notícias e fofoca Choquei. O criador da conta, Raphael Sousa Oliveira, que foi preso recentemente em uma operação da Polícia Federal, também é autor no imbróglio iniciado em 23 de fevereiro.
Entenda
A ação foi ajuizada pela R. Sousa Publicidade, empresa por trás do perfil de entretenimento que reúne milhões de seguidores no X, Instagram e Facebook. Na Justiça, a página diz ser vítima de ataques públicos sucessivos feitos por Danilo Gentili em seus perfis nas redes sociais. As ofensas teriam se iniciado em 2023 e, desde então, não teriam cessado.
O “caso Jéssica”
A Choquei alega que Gentili a acusa, reiteradamente, de provocar a morte de Jéssica Canedo. Em 2023, a jovem tirou a própria vida após a veiculação de falsa notícia sobre um suposto relacionamento com o humorista Whindersson Nunes. A página, que contava com 21 milhões de seguidores no Instagram, repostou a notícia sobre a falsa relação na época.
Nos documentos do caso, a Choquei afirma que o apresentador insiste em acusá-la diretamente de assassinar a jovem e que incita seu público a promover o uso de hashtags acusatórias sobre o tema. A página sustenta que as investigações conduzidas pela polícia concluíram que a própria jovem criou e divulgou as fofocas, e salienta não ter sido responsabilizada criminalmente pela tragédia.
Ela afirma ainda que, nesse contexto, Danilo Gentili tem perpetuado uma calúnia, provocando danos à sua reputação e credibilidade, além de colocar em risco suas atividades e a vida e segurança de seu criador, Raphael Sousa Oliveira.
Pedidos
À Justiça, a Choquei e Raphael pediram uma liminar para obrigar Danilo Gentili a remover 21 postagens em suas páginas oficiais, além de realizar uma retratação. O pleito, no entanto, foi negado pela juíza do caso em 15 de abril.
Como pedidos principais, os autores pedem uma indenização por danos morais de R$ 100 mil para a página, e outros R$ 30 mil para seu fundador. Eles ainda buscam a remoção do material e uma retratação pública.












