
Fábia OliveiraColunas

Caso Júnior: empresário faz novo pedido à Justiça contra o cantor
Mais cedo, a coluna revelou que a Justiça pediu uma perícia para esclarecer pontos que foram alvo de controvérsia entre Júnior e empresário
atualizado
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A briga judicial envolvendo o cantor Júnior Lima e o proprietário de sua antiga residência ganhou contornos inéditos nessa quinta-feira (19/2). A coluna Fabia Oliveira descobriu que o empresário Décio Yoshimoto fez um pedido à Justiça solicitando que testemunhas sejam ouvidas no caso contra o irmão de Sandy.
Entenda
Vale explicar: mais cedo, a coluna revelou que o juiz do caso pediu uma perícia do local para esclarecer alguns pontos que foram objeto de controvérsia entre as partes na ação. No caso, o empresário diz que Júnior deixou o imóvel alugado sem cumprir o tempo mínimo do contrato, sob justificativa de que o local era “inabitável”.
Pois bem, caro leitor. Nessa quinta (19/2), Yoshimoto apresentou uma nova manifestação no caso. Além de declarar ciência quanto à determinação do juiz quanto à prova pericial, o autor da ação reforçou a necessidade de produzir provas testemunhais, ou seja: ele quer também que testemunhas sejam ouvidas.
Ele afirma que as testemunhas são essenciais para definir o real estado físico da propriedade durante o contrato de locação. Décio sustenta que as pessoas que frequentaram a antiga residência, que era alugada pelo artista, poderão atestar que o local não se tornou inabitável e que sua estrutura estava devidamente preservada.
Depoimentos
Além disso, o autor alega que os depoimentos serão valiosos para clarificar em que estado Júnior deixou o imóvel depois de entregar suas chaves. Yoshimoto afirma, ainda, que a oitiva das testemunhas evidenciará que os danos reportados pelo cantor resultaram de um uso inadequado ou de uma tentativa de esquivar da multa pela rescisão antecipada do contrato.
Segundo ele, os depoimentos complementarão o resultado da perícia. No início deste mês, o antigo locador de Júnior havia indicado o nome de 3 testemunhas que pretende levar ao tribunal. Na decisão que determinou a perícia, o juiz observou que os pedidos de produção de prova oral somente serão analisados após a entrega do laudo pericial.
Relembre
Como a coluna já contou, o processo foi iniciado pelo empresário, que afirmou ter alugado um imóvel para o irmão de Sandy, figurando como fiadores contratuais seus pais.
Segundo ele, Junior decidiu rescindir o contrato antecipadamente, sem cumprir o tempo mínimo de permanência acordado, com a justificativa de que o local era inabitável por causa de umidade e bolor persistentes, danosos à saúde. Diante disso, ele solicitou judicialmente que Junior e seus fiadores, Xororó e Noely, paguem o débito, que é de aproximadamente R$ 100 mil.











