
Fábia OliveiraColunas

Irmão diz que Jordana tem direito a cota após acusação de fraude
A participante Jordana, do BBB26, é acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso público; irmão saiu em defesa
atualizado
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Confinada no BBB26, a advogada Jordana Morais, que integra o time Pipoca, nem imagina que seu nome está imerso em polêmica do lado de fora da casa. A participante é acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso público, mas recebeu o apoio do irmão. Ele afirmou que a sister tem direito ao benefício por ser “parda”.
Veja:
Durante a conversa, ele rebateu as acusações de que a sister teria fraudado cota racial em concurso público ao se declarar parda. Segundo ele, a família está sofrendo ataques por conta de informações que classificou como fake news.
“O meu pai é negro. A certidão de nascimento… pic.twitter.com/Ib2NjDtEtP
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“Meu pai é negro”
Honorato Morais, irmão de Jordana, desabafou e afirmou que a participante vem sendo alvo de ataques nas redes por conta de “notícias falsas”. “A minha irmã está sofrendo ataques por certas fake news, em relação a uma cota que dizem que ela se inscreveu sem ela ser parda”, disse ele ao programa Camarote da Fofoca, da LeoDias TV.
“Gente, meu pai é negro. A mãe da Jordana é branca, que foi casada com meu pai que é negro, e a Jordana é parda. E isso aí ninguém pode dizer que não é assim. E a Jordana fez uma inscrição pra um concurso onde ela é parda e podia se inscrever como parda”, sacramentou.
De acordo com ele, Jordana consta como parda em documentos oficiais. “Fake news total! Dizer que ela não é parda. A certidão de nascimento dela tá parda. Porque atacam a Jordana dizendo que ela se inscreveu ilegalmente querendo fraudar cotas sendo que ela é parda?”, questionou Honorato.
Acusação
Jordana é acusada de ter fraudado o sistema de cotas raciais em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), para os cargos de analista ou técnica judiciária. Na época, ela tinha 18 anos.
No mês passado, a equipe da sister se manifestou sobre o assunto e afirmou que, no Brasil, o IBGE “define como parda a pessoa que se identifica como resultado da mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta e indígena”. Segundo o comunicado, “esse é o caso de Jordana”.
“Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial”, afirmou a nota. “Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do referido concurso”, completou a equipe da participante.












