
Fábia OliveiraColunas

Após relato de Poliana Rocha, especialista explica efeitos da menopausa
Ginecologista detalha como essa fase pode impactar humor, sono e bem-estar feminino
atualizado
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O relato recente de Poliana Rocha sobre estar vivendo a menopausa trouxe visibilidade a uma fase que ainda desperta muitas dúvidas entre as mulheres.
Ao compartilhar sua experiência nas redes sociais, ela falou abertamente sobre sintomas como insônia, irritabilidade e ondas de calor, além de contar que faz reposição hormonal para lidar com esse período.
Os sintomas narrados por Poliana Rocha
“Particularmente, meu humor não costuma oscilar e eu estava sem paciência por qualquer coisa. Dava uma irritação que não é comum em mim”, relatou Poliana.
Ela também descreveu as mudanças no sono e na temperatura corporal: “Eu dormia de pijama e acordava sem, alternando entre calor e frio o tempo todo”.
O que diz a especialista
De acordo com a ginecologista Caroline Alonso, esses sintomas estão entre os mais frequentes durante a menopausa e podem impactar de forma significativa a qualidade de vida. A especialista explica que essa fase não interfere apenas no ciclo menstrual, mas também no sono, no equilíbrio emocional, na disposição e no bem-estar geral da mulher.
A médica destaca que existem tratamentos eficazes e individualizados, incluindo a reposição hormonal, sempre com acompanhamento médico e avaliação criteriosa do histórico de cada paciente. “É fundamental que a mulher entenda que sentir desconforto constante não é algo que deve ser normalizado. Informação e cuidado fazem toda a diferença nesse processo”, afirma Caroline.
Além dos sintomas físicos, a ginecologista ressalta que a menopausa também pode trazer impactos emocionais importantes, como alterações de humor, ansiedade e queda da autoestima, especialmente quando a mulher não compreende o que está acontecendo com o próprio corpo.
Por isso, ela reforça que o acompanhamento médico adequado é essencial para atravessar essa fase com mais segurança, autonomia e qualidade de vida, evitando que desconfortos tratáveis sejam encarados como algo “normal” do envelhecimento feminino.







