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Antonio Fagundes: Justiça bate martelo em ação de fãs barrados em peça
O ator foi processado em mais de R$ 20 mil por um casal que chegou atrasado em sua peça de teatro; saiba novos detalhes
atualizado
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A coluna Fábia Oliveira descobriu que a Justiça, enfim, bateu o martelo no processo movido por um casal contra Antonio Fagundes após um sufoco em seu espetáculo teatral. Proibidos de entrar na peça do artista, Regia Cleudes e Mauricio Ganzarolli buscaram o apoio do Judiciário, mas acabaram derrotados na ação.
Nos documentos ao qual a coluna teve acesso com exclusividade, a juíza pontua que o casal tinha plena ciência de que não poderia adentrar à sala após o horário marcado. A advertência estaria clara nos próprios ingressos adquiridos. Em tom de sermão, a magistrada afirmou que a recusa para entrada foi resultado do descuido dos próprios espectadores que, cientes da advertência, a ignoraram.
Sem delongas, a profissional concluiu ser impossível atribuir ao ator, e sua esposa e produtora, a responsabilidade pelo prejuízo e frustração dos consumidores ao quais eles mesmos deram causa. Vixe!
Entenda o caso
Regia Cleudes e Mauricio Ganzarolli pediram R$ 20 mil à Justiça por danos morais e materiais após serem proibidos de entrar em um espetáculo teatral de Antonio Fagundes, depois de chegarem atrasados na peça. Alexandra Martins, esposa do artista e também atriz, também foi acionada judicialmente.
Na ação, o casal diz que chegou ao local da peça exatamente às 17h, fato que seria comprovado por um registro da corrida de aplicativo que pegaram até o teatro. Um assistente de produção, no entanto, teria impedido a entrada do casal, afirmando que “um segundo depois é considerado atraso”. Ele ainda teria dito expressamente que a exigência vem do próprio Antonio Fagundes, que não tolera atrasos.
Os autores da ação afirmam que a decisão foi arbitrária e abusiva, uma vez que não leva em conta fatores naturais e imprevisíveis de deslocamento. Os pombinhos contam no processo, ainda, que chegaram a colocar sua própria segurança em risco ao descer do carro em que estavam ainda em movimento.
Na ação judicial alegam ter sofrido danos morais e exposição à situação humilhante e constrangedora.











