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Fábia Oliveira

Anitta apresenta defesa em processo aberto por fã idosa

A Poderosa enfrenta uma batalha judicial, ao lado da Netflix e da Conspiração Filmes, envolvendo o documentário Anitta – Made In Honório

Fábia Oliveira17/08/2023 14:06, atualizado 17/08/2023 14:08
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Antta posa com roupa em homenagem ao Brasil - Metrópoles

O processo aberto por uma fã idosa de Anitta após o lançamento do documentário Anitta – Made In Honório ainda está rendendo. A ação, que cita a cantora, a Netflix e a Conspiração Filmes, ganhou novos desdobramentos recentemente após a Poderosa se manifestar. Nos autos, Maria Ilza de Azevedo afirma que foi mostrada como uma invasora da casa da artista.

Na movimentação mais recente, revelada pelo site Hora Top TV, a artista respondeu à determinação do juiz Josué Ferreira, da 2ª Vara Cível de Macaé, que exigiu, em fevereiro, a apresentação, na íntegra, sem cortes, das imagens coletadas no dia da gravação.

Em sua defesa, ainda de acordo com a página, Anitta afirmou que não tem acesso às filmagens, que são apagadas automaticamente depois de um mês: “Por tal razão, não dispõe de nenhuma gravação ocorrida em outubro de 2019. Apenas para que fique claro, a ré foi citada por edital em 20 de outubro de 2021, ou seja, dois anos após a autora ingressar com a demanda”, disse.

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Anitta em seu novo clipe, Funk Rave
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A história de Anitta serviu de alerta e incentivo para que as mulheres busquem o diagnóstico e o tratamento adequado
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Outros desdobramentos

Esta colunista tem acompanhado os capítulos da longa novela judicial envolvendo a fã idosa de Anitta, Maria Ilza de Azevedo, a cantora, a plataforma Netflix e a Conspiração Filmes. A mulher busca uma indenização por danos morais, após ter se sentido constrangida ao ser tratada como uma invasora na casa da artista, cena exibida no documentário Anitta – Made In Honório.

Pois bem. Em março deste ano, através de sua equipe jurídica, Anitta realizou alguns pedidos de esclarecimento ao juízo em relação a fatos que teriam ficado controversos e mal-compreendidos.

De cara, foi pontuado que a Justiça acertou ao indeferir o pedido de depoimento pessoal de Anitta, de produção de prova documental e de perícia documentoscópica, solicitado anteriormente pela sua fã. A cantora disse entender já estar claro que Maria Ilza consentiu expressamente em ceder o uso de sua imagem para o programa na Netflix. Falou, também, que a idosa sabia que se tratava de uma gravação e que tal fato já está comprovado a essa altura no processo.

Um outro ponto levantado por Anitta foi que Maria Ilza já teria mudado sua versão dos fatos por diversas oportunidades. Para encerrar a discussão, existe o fato de que os autos já contam com um laudo reconhecendo a existência de assinatura de Maria Ilza, o que tornaria o imbróglio totalmente favorável para a artista.

Em sua última manifestação, Maria Ilza havia pedido que a defesa de Anitta juntasse a íntegra das imagens das câmeras de segurança da residência em que morava na época das gravações. Ocorre que, agora, a Girl From Rio disse que esse pedido é descabido e até irrelevante. Ela afirmou não entender a finalidade do pedido e por que o mesmo seria útil. Além disso, a prova seria impossível de ser produzida, uma vez que o material gravado é automaticamente apagado.

Outro ponto contestado pela artista é o pedido de que sua mãe, Miriam Tereza, preste depoimento. O único envolvimento da matriarca com Maria Ilza estaria muito claro no próprio episódio da série. Ela não teria muito o que fazer em juízo além de falar o que já se sabe. A fã, porém, afirmou que a matriarca da família teria autorizado sua entrada na mansão.

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