Amiga faz relato sobre últimos momentos de Preta Gil: "Traumatizante"
Jude Paulla contou como viveu o dia em que os médicos encerraram o tratamento experimental da cantora contra o câncer

A exibição do documentário Preta – Eu Não Ando Só, na TV Globo, nesta segunda-feira (20/7), emocionou o público ao mostrar os últimos momentos de Preta Gil após a cantora ser informada de que o tratamento experimental contra o câncer, realizado nos Estados Unidos, não havia apresentado o resultado esperado.
Após a repercussão, a DJ Jude Paulla, uma das melhores amigas da artista, usou as redes sociais para compartilhar lembranças daquele período delicado.

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira
Frequência de envio: Diário
Ver todasO desabafo de Jude Paulla
Em uma sequência de publicações no X, antigo Twitter, Jude relembrou o dia em que Preta recebeu a notícia dos médicos e revelou que considera aquele o momento mais difícil que viveu ao lado da cantora.
“Acho que nada foi tão traumatizante quanto esse dia! Eu deixei ela na clínica para a químio com a Marina, enquanto eu ia arrumar um Airbnb para a gente voltar para NY, como fazíamos toda vez. Era uma semana de tratamento e outra não. A Marina me ligou…”, iniciou contando.
Na sequência, ela contou que foi chamada às pressas de volta à clínica para conversar com a equipe médica.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Pedindo que eu fosse correndo direto para a clínica, porque o médico só ia falar com nós duas presentes. Cheguei lá, ela era outra pessoa. Eu fiquei assustada e veio a notícia: ‘Ela vai ter que sair do tratamento. Se puderem, voltem para casa o quanto antes'”, escreveu.
Corrida contra o tempo
Segundo a DJ, a partir daquele momento começou uma corrida para organizar o retorno da cantora. Ela explicou que Marina Morena precisava voltar ao Brasil, enquanto ela ficou responsável por acompanhar Preta Gil e Sol de Maria até Nova York.
“A Marina tinha que voltar para o Brasil. Daí começou nossa luta, porque eu tinha que voltar com ela para NY junto com Sol de Maria, um monte de malas, tentando não deixar o motorista assustado. De Washington para NY, de carro, eram quatro ou cinco horas”, relatou.
Precisou segurar Preta Gil
A DJ também descreveu como foi a viagem até Nova York e revelou que precisou amparar a amiga durante todo o trajeto por causa da fragilidade física da cantora.
“E aí ela só conseguia ir na frente do carro, porque atrás estavam eu, Sol de Maria e mil malas. Porém, o corpo dela já estava meio mole. Com medo de ela se machucar, coloquei todo o banco dela para trás, me enfiei no vão do banco da frente e fui segurando ela até NY!”, contou.
Ao fim do desabafo, Jude compartilhou uma lembrança que definiu como inesquecível. Mesmo debilitada, Preta Gil ainda encontrou forças para demonstrar carinho com a amiga durante a viagem.
“Ela só abriu o olho e disse: ‘Tá pesado para você, né?’. Eu respondi que não, que era meu sonho ir ali no carro desde criança. Ela riu e dormiu de novo!”, recordou.

















