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E o Opala, primeiro automóvel Chevrolet no Brasil, faz 50 anos de vida
O sedã foi lançado em 19 de novembro de 1969 e saiu de linha em 16 de abril de 1992. Um milhão foram vendidos, deixando milhares de fãs
atualizado
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O Chevrolet Opala, um dos maiores ícones da indústria automobilística brasileira, acaba de completar 50 anos no Brasil – até então, a fabricante norte-americana, que já estava por aqui desde 1925, só produzia caminhões e utilitários. “Quem esperava o carro certo, te saúda e te ama e te louva, Chevrolet Opala” foi o slogan de lançamento no 6º Salão do Automóvel de 1968. Opala, vale lembrar, é nome de pedra preciosa – e de fato se tornou uma preciosidade até hoje no segmento.
O Opala foi desenvolvido a partir do Opel Rekord alemão. Foram dois anos de desenvolvimento para adequar o modelo as condições de piso e clima brasileiro. O modelo era oferecido com carroceria de quatro portas em duas versões de acabamento (Standard e De Luxo) e duas de motor – 2500 de quatro cilindros (80 cv) ou o 3800 de seis cilindros (125 cv). O câmbio era manual de três marchas, com alavanca na coluna de direção.

Internamente, as versões traziam dois bancos inteiriços com capacidade para transportar seis passageiros. O acabamento podia seguir a cor da pintura externa, vermelho na carroceria e bancos e painéis das portas em vermelho, por exemplo. Em 1969 já haviam sido vendidos 10 mil Opalas.

Em junho de 1970, a General Motors lançava a versão esportiva SS, ainda com a carroceria sedã. Distinguia-se pelas faixas pretas no capô, laterais e na traseira, rodas esportivas de tala de 5 pol. Internamente os bancos era individuais, volante de três raios e aro de madeira e um pequeno conta-giros no lugar do relógio. Trazia como novidades os freios a discos na dianteira, a alavanca de câmbio (de quatro marchas) no chão e motor 4100 de seis cilindros – com 138cv e 29kgfm de torque.
Sinônimo de Opala
Durante a década de 80, nome o Diplomata acabaria por se tornar sinônimo de Opala. Sem a concorrência dos Dodge V8, que saiu de linha em 1981, nem do Galaxie e derivados a partir de 1983, ele se tornaria o único nacional de luxo a oferecer na época um motor que não fosse de quatro cilindros.

Já na linha 1988, visual do Opala se aproximou ao do Monza com a inclusão de volante de três raios e grafismo do painel com instrumentos iluminados de forma indireta. Entre os recursos raros, havia volante com regulagem de sete posições, temporizador dos vidros elétricos e saída de ar-condicionado para o banco traseiro. Nesse ano, a versão cupê saiu do mercado.
Em 16 de abril de 1992 as últimas unidades do Opala deixaram a linha de produção da planta de São Caetano do Sul. Foram produzidos mais de 1 milhão de Opalas durante pouco mais de duas décadas. Passados 26 anos do fim de sua produção, o Opala ainda atrai uma legião de fãs pelo Brasil.
Detalhes do Chevrolet Opala Las Vegas 1973

– Versão do Grand Luxo,Chevrolet Opala Las Vegas 1973
– Meio teto de vinil branco
– Grades e lanternas traseiras exclusivas
– Emblema exclusivo na coluna ‘Las Vegas’
– Grade dianteira exclusiva
– Faróis auxiliares fixados na grade dianteira
– Console central marca Zune
– Luz cortesia para passageiros do banco traseiro
– Retrovisor cônico posicionado na parte superior do paralama dianteiro esquerdo
– Calotas de Veraneio, porém aro 14, fabricadas com exclusividade Glicério
– Bancos dianteiros individuais da marca Procar/Probel
– Encosto de cabeça no banco traseiro
Fanstore
A Chevrolet Fan Store, em parceria com a empresa de decoração Urban Brasil, acaba de lançar uma linha especial de produtos licenciados do Opala, em comemoração à data. Ao todo, são 36 artigos, entre objetos de decoração e de uso pessoal, como squeezes e utensílios de cozinha, que já estão a venda no site www.chevroletfanstore.com.br.