É o bicho!

Solidariedade: mulheres fundam projeto para resgatar animais

Quando o assunto é amor pelos pets, não existem barreiras ou empecilhos. Além de afeto, é necessário dedicação

atualizado

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Foto: Vinícius Santa Rosa/Metrópoles
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Quando o assunto é amor pelos animais, não existem barreiras ou empecilhos para ajudá-los, mas além do afeto, é necessário dedicação. E disso Juliana Laurito e Catarina Mesquita entendem bem. As duas criaram um projeto para resgatar bichinhos em situação de rua.

Tudo começou com Juliana, que acostumada a colaborar com abrigos de animais em Brasília, passou também a resgatar bichinhos. Em uma dessas ações, acabou conhecendo uma cachorrinha paraplégica sem lar que decidiu adotar temporariamente.

“Passei a fazer rifas para pagar os tratamentos e pedir ajuda nas redes sociais, assim eu conseguia custear todos os gastos dos resgates. Em meio a tudo isso decidi fundar o Eu Amo, Eu Cuido. Hoje, eu e a Catarina somos protetoras independentes”, conta.
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Ao todo, 25 animais vivem no abrigo
Catarina Mesquita e sua filha Emilly Santana  moram no abrigo e cuidam dos animais todos os dias
Elas enfrentam problemas financeiros e precisam de ajuda
Além do aluguel, elas têm o gasto com alimentação e medicação. Muitos animais chegam machucados ao local
Juliana e Catarina, começaram a vender camisetas em uma loja na 309 norte para ajudar o abrigo
Apaixonada pela causa animal, Juliana fundou o projeto para dar uma vida mais digna aos bichos que vivem na rua
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Apaixonada pela causa animal, Juliana fundou o projeto para dar uma vida mais digna aos bichos que vivem na rua

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Ao todo, 25 animais vivem no abrigo
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Ao todo, 25 animais vivem no abrigo

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Catarina Mesquita e sua filha Emilly Santana  moram no abrigo e cuidam dos animais todos os dias
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Catarina Mesquita e sua filha Emilly Santana moram no abrigo e cuidam dos animais todos os dias

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Elas enfrentam problemas financeiros e precisam de ajuda
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Elas enfrentam problemas financeiros e precisam de ajuda

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Além do aluguel, elas têm o gasto com alimentação e medicação. Muitos animais chegam machucados ao local
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Além do aluguel, elas têm o gasto com alimentação e medicação. Muitos animais chegam machucados ao local

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Juliana e Catarina, começaram a vender camisetas em uma loja na 309 norte para ajudar o abrigo
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Juliana e Catarina, começaram a vender camisetas em uma loja na 309 norte para ajudar o abrigo

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Elas decidiram abrir as portas para os animais e fundaram o projeto Eu amo, Eu Cuido
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Elas decidiram abrir as portas para os animais e fundaram o projeto Eu amo, Eu Cuido

Foto: Vinícius Santa Rosa/Metrópoles

 

E a missão de ser uma protetora independente não é fácil. De acordo com Juliana, as ajudas que elas recebem são sazonais e apenas duas pessoas doam dinheiro e ração todos os meses. Para sustentar o abrigo, as amigas realizam bazares e rifas nas redes sociais.

“Decidimos alugar um local para dar a chance a 25 animais em situação de resgate, mas enfrentamos várias dificuldades, como a falta de dinheiro para pagar o aluguel. A parcela de dois mil reais por mês é muito alta. Quando os locatários descobrem o número de animais que temos, ninguém quer alugar”, desabafa. “Este mês a situação ficou realmente complicada. Chegamos ao ponto de pensar em despejar os animais por falta de recurso. A solução atual foi começar a fazer camisetas com a marca do projeto e vender na loja Vila, localizada na 309 norte”, completa.

Com o dinheiro arrecadado com as camisetas, a dupla espera ao menos conseguir pagar o aluguel do local. Mas o ideal seria que as pessoas pudessem apadrinhar os animais e ajudar mensalmente com qualquer valor ou com rações e medicamentos.

“Às vezes a pessoa quer adotar o animal, mas não pode. Então ela pode apadrinhar o bichinho e ajudar a gente mensalmente com qualquer valor. Qualquer ajuda aqui é bem-vinda. A nossa missão é dar uma vida mais digna para eles”, pontua Juliana.

Confira o trabalho!

https://www.instagram.com/p/B3k1Nc1l-RH/

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