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É o bicho!

Evite! 6 atitudes do tutor que deixam o gato estressado ou com medo

Para promover uma relação positiva com o seu gato, é importante respeitar o espaço e as necessidades dele; entenda o que você não deve fazer

24/01/2025 02:00
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Imagem colorida de gato rosnando

Ter uma boa relação com o seu animal de estimação demanda um cuidado especial com a natureza de cada pet. O gato, em especial, pode se distanciar ou expressar um comportamento ainda mais antissocial em relação ao tutor caso venham a experienciar um alto nível de estresse constante.

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Por isso, saber quais os fatores causam incômodos aos felinos é essencial para promover o bem-estar desses bichanos — o que pode influenciar positivamente a saúde deles a longo prazo.

Essas são as seis atitudes dos tutores que deixam os gatos estressados ou com medo:

  • Punir o gato: espirrar água nos felinos, passar o rostinho deles no local errado que ele fez xixi ou gritar são atitudes completamente desnecessárias. De acordo com a veterinária Roberta Amaral, além de não promover o aprendizado, isso causará danos à relação de vocês, pois fará com que ele faça associações negativas.
  • Forçar interação: segundo Priscila Couto, bióloga e especialista em manejo e bem-estar animal, insistir em carinhos quando o animal demonstra sinais de desconforto, como se afastar ou evitar contato, também podem fazer com que ele se sinta ameaçado.
  • Tentar forçá-los para brincar ou interagir com uma outra pessoa quando eles estão evitando fazê-lo também pode incomodar o pet: “respeitar a linguagem corporal dos animais é fundamental: sinais como orelhas abaixadas, rosnados ou tentativas de fuga são formas de comunicação que pedem atenção e respeito”, descreve.
  • Excesso de barulhos altos: além dos gritos com os bichanos, outros barulhos com volume elevado também são incômodos. A audição dos gatos é mais apurada que a dos seres humanos e, por isso, altos volumes causam estresse nos pets. “Eles ficam em estado de alerta, acreditando que há algum perigo, gerando um sentimento de insegurança e medo no animal”, descreve.
  • Banhos recorrentes: os gatos já realizam uma autolimpeza corporal eficiente e elaborada. Com exceção para os bichanos que têm recomendação clínica devido à doença de pele, é contraindicado dar banho neles, pois a água é um elemento aversivo, sendo o banho um fator estressante para eles.
  • Deixar a caixa de areia suja: Amaral explica que isso gera um desconforto psicológico grande no seu gato, pois ele acha que pode ser predado e/ou rastreado por um animal. A caixa de areia suja faz o gato não querer utilizá-la, levando a uma retenção de urina que pode gerar alguns problemas urinários.