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É o bicho!

Cão não suporta a morte do irmão e emociona ao usar cama minúscula

Cinco meses após perder o companheiro, o cão Archer ainda encontra conforto nos pertences de Niko, em cenas que comovem nas redes sociais

20/08/2025 15:43, atualizado 20/08/2025 16:36
@thebetchreport/TikTok/Reprodução
print de vídeo de labrador amarela em cama minúscula do irmão que morreu

Um vídeo comovente no TikTok mostrou a forma inesperada que um labrador encontrou para lidar com a perda do melhor amigo. Archer, um cão de grande porte, continua dormindo em uma cama minúscula que pertencia ao seu irmão, Niko, morto há cinco meses. Assista ao vídeo.

A dupla era inseparável. Archer, labrador amarelo, e Niko, um cão resgatado de apenas 7 quilos, eram conhecidos como “Os Garotos”, segundo a tutora, Natália. Desde o primeiro dia de convivência, o pequeno Niko assumiu o papel de líder: protegia o irmão no parque, ditava as regras e até ensinava a ele os truques do dia a dia.

Cão não suporta a morte do irmão e emociona ao usar cama minúscula
Inseparáveis

Em março, Niko morreu, aos 12 anos, deixando a família arrasada, especialmente Archer. Para lidar com a ausência, o labrador passou a buscar consolo em tudo que ainda carrega o cheiro do amigo: cobertores, coleiras e, principalmente, a velha caminha que não comporta mais seu tamanho. “Quando ele não está ao nosso lado, geralmente está encolhido ali, como se ainda quisesse ficar perto do Niko”, contou Natália à Newsweek.

prints coloridos do Niko que morreu em março
Niko faleceu em março

O vídeo, publicado no perfil de Natália, mostra Archer se apertando todas as noites no pequeno espaço. A tutora revelou que a cama nunca foi lavada para que o cheiro de Niko permanecesse. A cena sensibilizou internautas, que deixaram centenas de mensagens de apoio e, até esta semana, já rendeu mais de 667 mil visualizações.

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Para Natália, a dor de Archer reflete a profundidade da ligação entre os dois. “Ele não perdeu apenas o irmão, e sim o melhor amigo e quem lhe ensinou tudo. Aos poucos, está aprendendo a viver essa nova normalidade, mas nunca deixou de sentir falta”, disse.