
Dinheiro e NegóciosColunas

Centrad e mais: veja quais os imóveis que GDF quer usar para salvar BRB
GDF enviou à CLDF projeto para capitalizar o BRB oferecendo 12 imóveis públicos para operações do banco
atualizado
Compartilhar notícia

O projeto elaborado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para salvar o BRB lista 12 imóveis públicos que poderão ser utilizados em operações da instituição financeira. O texto foi enviado à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) na noite desta sexta-feira (20/2).
Os endereços, apresentados em três anexos, incluem o Centro Administrativo do Distrito Federal (Centrad). O elefante branco erguido em Taguatinga custou mais de R$ 1 bilhão e permanece fechado desde que foi inaugurado, em 2014.
Também estão na lista endereços no Lago Sul, Asa Norte, Sia, Guará, entre outros. Confira a lista completa:
Imóveis públicos listados
- Setor de Áreas Isoladas Norte – SAI/NORTE, área destinada à Polícia Militar do DF, Brasília/DF
- Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01 – Taguatinga, Brasília/DF
- Setor de Indústria e Abastecimento – SIA, Área de Serviço Público Lote I, Brasília/DF
- Parque do Guará, Área 29 e 30, Brasília/DF
- Setor de Indústria e Abastecimento, SIA, Quadra 04, Lotes, 1710, 1720, 1730, 1740, 1750 e 1760, Brasília/DF
- Setor de Indústria e Abastecimento, SIA, Quadra 04, Lotes 1690 e 1700, Brasília/DF
- Setor de Indústria Abastecimento – SIA, Área de Serviço Público, Lote G, Brasília/DF
- Setor de Múltiplas Atividades Sul – SMAS Trecho 3 Lote 8, Brasília/DF
- Setor de Área Isoladas Norte – SAIN DEST CEB, Asa Norte/DF
- Setor de Habitações Individuais Sul – SHIS QL 9 Lote B, Lago Sul/Brasília
- Áreas Isoladas Santa Bárbara, Lote 2 e Áreas Isoladas da Papuda, Lotes 1 e 2, Setor Habitacional Tororó, Brasília/DF
- Setor de Industria e Abastecimento Sul – SIA/SUL, Área de Serviços Públicos, Lote B – Guará, Brasília/DF
O mais provável, segundo o GDF, é que esses bens sejam usados como garantia para obtenção de empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que está previsto no plano de recomposição apresentado ao Banco Central, após a autoridade monetária determinar provisionamento de R$ 2,6 bilhões.
O PL, obtido pelo Metrópoles, autoriza o GDF a adotar medidas destinadas à recomposição, ao reforço ou à ampliação do patrimônio líquido e do capital social da instituição financeira, mediante três ações:
Integralização de capital social, realização de aportes patrimoniais e outras formas juridicamente admitidas de reforço patrimonial, inclusive com bens móveis ou imóveis;
Alienação prévia de bens públicos, com posterior destinação do produto da venda ao reforço patrimonial do BRB;
e Outras medidas juridicamente admitidas que atendam às normas do Sistema Financeiro Nacional.
