
Claudia MeirelesColunas

Aos 12 anos, North West surge com piercings; psicóloga avalia riscos
A filha de Kim Kardashian e Kanye West North West, de apenas 12 anos, segue aumentando o número de piercings e modificações capilares
atualizado
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Com apenas 12 anos, North West demonstra que não veio ao mundo para ficar longe dos holofotes — e das polêmicas. A filha de Kim Kardashian e Kanye West tem sido duramente criticada pela decisão de fazer perfurações para a colocação de piercings.
A jovem apareceu com joias no rosto e nas orelhas e, recentemente, exibiu perfurações nos dedos das mãos, no anelar, do meio e no indicador. A decisão não foi bem aceita pelo internautas, que alegam falta de “pulso firme” por parte de Kim Kardashian e a pouca idade da menina.

Em resposta aos julgamentos, North chegou a publicar um vídeo em que dublava um áudio que dizia: “Por que você está chorando? Quantos anos você tem? Se recomponha”. Na legenda a jovem afirmou que a postagem era para “todos que estão bravos por causa de um piercing no dedo”, escreveu.
Kim Kardashian se posicionou sobre o assunto no podcast Call Her Daddy. Nele, destacou que incentiva as individualidades da filha, mas admite que comete alguns erros ao conceder certas liberdades a pequena, como usar roupas mais “adultas” ou mesmo fazer interversões estéticas. Ainda durante a entrevista, a influenciadora afirmou que North é confiante e não se abala com críticas.
“Ela é muito madura nesse sentido, porque diz coisas como: ‘Mãe, eu vi isso e não me importo que não gostem do meu cabelo azul ou disso ou daquilo'”, garante Kim.

Psicóloga avalia o caso de North West
Na avaliação da psicóloga Cibele Santos, é necessário cautela. Em um cenário em que as redes sociais se tornam um palco público para crianças e pré-adolescentes, a pressão e as críticas podem ter um impacto profundo em seu desenvolvimento emocional — em especial no caso de uma pessoa de grande exposição como North West. “Como profissional, observo que escolhas estéticas polêmicas — como piercings e alterações corporais — podem ser exploratórias, mas também trazem riscos”, alerta.
Além dos riscos à saúde física do adolescente, que está sujeito a complicações e contaminações em decorrência das perfurações, existem impactos psicológicos envolvidos.
“Incentivar crianças a adotarem tendências mais adultas pode resultar em confusão e ansiedade. O equilíbrio entre autoexpressão e proteção é fundamental em um ambiente tão exposto”, avalia.
Para equilibrar a liberdade criativa com a segurança emocional, a comunicação aberta e a orientação dos pais é fundamental para identificar porquês e blindar os filhos das complexidades do mundo digital. “Para as crianças que reagem diretamente às críticas, é importante que os profissionais observem sinais de resiliência e vulnerabilidade. O apoio emocional e a escuta ativa podem fazer toda a diferença”, garante a psicóloga.
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