Morre 3° corvo do rei; entenda profecia sobre o fim da monarquia
Uma das lendas em torno da monarquia britânica envolve os corvos, pássaros que são sinal de boa sorte. Confira detalhes da profecia!

Quem acompanha curiosidades sobre a família real britânica sabe bem que os corvos tem uma relação com a monarquia do Reino Unido há séculos. Quando reinava, o rei Charles II (1660-1685) ouviu uma profecia que se as aves deixassem a Torre de Londres, a Coroa chegaria ao fim.
Nos últimos anos, três corvos morreram. Diante disso, houve uma especulação midiática a respeito da monarquia britânica acabar. O terceiro pássaro morreu com a cabeça presa na gaiola em decorrência de um ataque dos próprios colegas de recinto.
Pela lenda, os corvos jamais podem deixar a Torre de Londres, fixada às margens do rio Tâmisa. Se algum dia esses pássaros saírem do castelo, consequentemente a edificação irá desmoronar e a história da monarquia do Reino Unido ganha um ponto-final.

Desde que Charles II escutou a profecia, oficiais foram alocados para cuidar da torre, de joias da Coroa e do bem-estar dos corvos. Pertencentes ao corpo de guardas encarregados de vigiar o castelo medieval, os membros dos Yeomen Warders vigiam para que sempre tenha seis aves na edificação, como ordena a lei promulgada pelo rei à época.
A morte de Rex, um dos corvos, ocorreu em setembro deste ano, mas foi divulgada somente nesta semana. Antes dele, faleceram as aves batizadas de Gripp e Erin, em 2022 e 2023, respectivamente. Os pássaros são substituídos rapidamente para que o número fique sempre em seis, segundo a lenda.
Atualmente, os corvos situados na Torre de Londres receberam os seguintes nomes: Branwen, Edgar, Georgie, Harris, Jubilee e Poppy. Monarca reinante, o rei Charles III costuma visitar o castelo por conta da superstição e por acreditar que as aves oferecem sinal de boa sorte.
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