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Lição? Rainha pode banir Harry e Meghan de cerimônia do Jubileu

Lançamento de biografia do príncipe no mesmo ano em que Elizabeth II celebra 70 anos de reinado é considerado "profundamente desrespeitoso"

atualizado 21/07/2021 10:54

Príncipe Harry, Meghan Markle e rainha Elizabeth IIMax Mumby/Indigo/Getty Images

A decisão do príncipe Harry de lançar autobiografia com “relato em primeira mão preciso e totalmente verdadeiro” sobre a própria vida pode custar definitivamente o seu lugar na família real. Fontes ligadas ao Palácio de Buckingham afirmaram, nesta quarta-feira (21/7), que Harry e a esposa, a atriz Meghan Markle, podem ser banidos das comemorações pelo Jubileu de Platina da Rainha Elizabeth II, marcado para 2022.

A celebração marca os 70 anos de reinado de Elizabeth II, um feito histórico, já que ela será a primeira monarca a alcançar esta marca. O lançamento do livro do duque de Sussex no mesmo ano foi considerado “profundamente desrespeitoso” e uma tentativa “claramente deliberada” de roubar a cena nas comemorações.

Ainda segundo fontes de dentro do palácio, a família real britânica ficou apavorada com o que pode ser publicado pelo filho da princesa Diana. Eles temem que o livro possa estar cheio de exageros, meias-verdades e mal-entendidos fora do contexto que prejudiquem a imagem da monarquia.

“O sentimento interno é que este livro será a gota d’água”, disse a fonte ao jornal Daily Mail.

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Autobiografia

Harry anunciou, na última segunda-feira (19/7), que está escrevendo um livro de memórias com os principais momento de sua vida, desde a infância até o momento presente. A obra, ainda sem nome, vem sendo escrita há aproximadamente um ano, em parceria com J.R. Moehringer, premiado jornalista e escritor nova-iorquino, vencedor do prêmio Pulitzer em 2000. O romancista também é coautor dos livros de memórias do empresário Phil Knight, cofundador da Nike, e do tenista Andre Agassi.

A expectativa é que o príncipe esclareça, especialmente, os acontecimentos após seu casamento com Meghan, incluindo a decisão de ser independente da família real britânica, a mudança para os Estados Unidos e os bastidores das conversas particulares com a família.

“Tenho assumido muitos papéis ao longo dos anos, tanto literal quanto figurativamente, e espero que, ao contar minha história – os altos e baixos, os erros, as lições aprendidas –, eu possa ajudar a mostrar que não importa de onde viemos, nós temos mais em comum do que pensamos”, afirmou o neto da rainha Elizabeth II.

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