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Dia da Mulher: empreendedoras de Brasília ganham documentário

O projeto visa resgatar a história com foco na participação da mulher no desenvolvimento social, artístico cultural e econômico da capital

atualizado 08/03/2021 13:48

Mulheres abraçando monumento na praça dos três poderesImagem cedida ao Metrópoles

Brasília será contemplada com novo documentário para chamar de seu. Desta vez, estamos falando de algo especial: no mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, será lançado o projeto Brasília 60 anos – Empreendedorismo Feminino.

Sob coordenação de Nubia Santana, e com roteiro de Cleuza Brandão, o curta irá ao ar no próxima dia 20, por meio do canal do instituto Lumiart, no YouTube. Endossado pela deputada distrital Júlia Lucy, o documentário abordará a figura feminina nas transformações da capital federal e suas conquistas ao longo de seis décadas. A narrativa caminha pelos mais icônicos pontos da cidade, da Praça dos Três Poderes à Feira da Ceilândia.

Nomes de peso

Conversar sobre empreendedorismo na capital é falar de algumas figuras ímpares que deixam suas marcas por aqui. É o caso de Sandra Soares Costa (à frente do Sabin Medicina Diagnóstica), Eda Coutinho (fundadora do Centro Universitário IESB), Ivonice Campos (diretora da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica e presidente do Conselho da Mulher Empresária), Paula Santana (diretora do GPS Lifetime), Cosete Ramos Gebrim (presidente da Aliança das Mulheres que Amam Brasília), Gisèle Santoro (diretora-geral e idealizadora do Seminário Internacional de Dança de Brasília), Keli Mayer (à frente do restaurante Mayer Sabores do Brasil), Tatiane Freitas (diretora da Dom Caseiro) e Marta Cury (mais conhecida como primeira-dama do empreendedorismo brasiliense). Esses nomes estarão presentes no curta para representar as mulheres que fazem diferença na história da nova capital.

“Fizemos uma pesquisa para tentar compreender porque a mulher ficou à parte na história de Brasília. Na década de 60, a mulher dependia muito do marido. Em 1970, veio o movimento feminino. Já em 1980, o Código Civil trouxe a conquista dos direitos femininos”, disse Cleuza Brandão à coluna Claudia Meireles.

“O objetivo do projeto é resgatar a história com foco na participação da mulher no desenvolvimento social, artístico cultural e econômico. Estamos contando histórias ainda não contadas”, completou a dramaturga.

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A narrativa foi desenvolvida em formato de cordel – que será apresentado por Nubia Santana. Sua introdução tem como base o nascimento da cidade e a vinda de pessoas, sabores e temperos de todos os lugares do Brasil.

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Segundo Cleuza, a curadoria levou em consideração pessoas de diferentes épocas, setores e experiências. “Buscamos, ainda, levantar a questão da maternidade, e como essas empreendedoras conseguiram conciliar a vida profissional com a ‘função de mãe’”, assinala a dramaturga.

O filme também tem como diretor Pedro Lacerda, coordenador do Festival de Cinema de Brasília.

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