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Claudia Meireles

Conselho do Golfo condena ofensiva do Irã e pede cessar-fogo

O Conselho Ministerial do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo analisou os danos dos últimos ataques e pediu por diálogo

atualizado

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Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images
Imagem colorida de nuvem de fumaça escura sobe após Teerã ser atingido por bombardeiro
1 de 1 Imagem colorida de nuvem de fumaça escura sobe após Teerã ser atingido por bombardeiro - Foto: Fatemeh Bahrami/Anadolu via Getty Images

Em uma conferência on-line realizada nesse domingo (1°/3), o Conselho Ministerial do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo realizou sua 50ª reunião extraordinária para debater a agressão do Irã contra os Estados-membros. Estiveram presentes representantes dos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Omã, Qatar e Kuwait.

Sob a presidência de Abdullatif bin Rashid Al Zayani, ministro das Relações Exteriores do Reino do Bahrein, o conselho avaliou os danos causados pelos ataques com mísseis e aeronaves não tripuladas contra os Emirados Árabes Unidos, o Reino do Bahrein, o Reino da Arábia Saudita, Omã, Catar e Kuwait, iniciados no último sábado (28/2).

Em comunicado divulgado pelo conselho ao qual a coluna Claudia Meireles teve acesso, a organização afirma que “examinou os grandes danos resultantes dos traiçoeiros ataques iranianos”, que atingiram instalações civis, locais de serviços e áreas residenciais, ameaçando “a segurança, a integridade e a vida de cidadãos e residentes” e espalhando terror entre a população civil.

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Conselho do Golfo discute ataque do Irão aos Estados-membros
Conselho do Golfo discute ataque do Irão aos Estados-membros
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Conselho do Golfo discute ataque do Irão aos Estados-membros

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Conselho repudia ataques do Irã

No documento, o Conselho Ministerial rejeita as agressões iranianas e destaca que os ataques configuram “grave violação da soberania desses Estados, dos princípios de boa vizinhança e clara infração ao direito internacional e à Carta das Nações Unidas, quaisquer que sejam os pretextos e justificativas”. O comunicado ainda cita que o ataque contra civis também constitui violação das normas do direito internacional humanitário.

Além de expressar solidariedade aos Estados-membros, o conselho destacou que essas nações possuem “o direito de legítima defesa individual e coletiva em caso de agressão”, bem como de adotar “as medidas necessárias para preservar sua soberania, segurança e estabilidade”.

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Nuvem de fumaça escura sobe após Teerã ser atingido por bombardeiro
Israel afirma ter atacado Teerã, capital do Irã, preventivamente
Irã atacou a 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama, no Bahrein
Complexo residencial do líder supremo do Irã, em Teerã
Fumaça sobe sobre o sul do Líbano após um bombardeio israelense, vista de uma posição no lado israelense da fronteira em 2 de março de 2026
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Fumaça sobe sobre o sul do Líbano após um bombardeio israelense, vista de uma posição no lado israelense da fronteira em 2 de março de 2026

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Nuvem de fumaça escura sobe após Teerã ser atingido por bombardeiro
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Nuvem de fumaça escura sobe após Teerã ser atingido por bombardeiro

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Israel afirma ter atacado Teerã, capital do Irã, preventivamente
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Israel afirma ter atacado Teerã, capital do Irã, preventivamente

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Irã atacou a 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama, no Bahrein
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Irã atacou a 5ª Frota da Marinha dos EUA em Manama, no Bahrein

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Complexo residencial do líder supremo do Irã, em Teerã
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Complexo residencial do líder supremo do Irã, em Teerã

Airbus/Soar Atlas

Por fim, o comunicado ressalta que “houve inúmeras iniciativas diplomáticas para evitar a escalada das tensões e enfatiza a “necessidade de cessação imediata desses ataques, para restaurar a segurança, a paz e a estabilidade na região”. O texto afirma que o grupo apelou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para adotar posição imediata em favor de um cessar-fogo.

O Conselho reafirmou a importância do caminho do diálogo e da diplomacia nas relações entre os Estados, considerando-o a única via para superar a atual crise e preservar a segurança da região e a integridade de seus povos, advertindo que qualquer escalada poderá minar a segurança regional e conduzir a região a trajetórias perigosas, com consequências catastróficas para a paz e a segurança internacionais”, finaliza o documento.

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