
Claudia MeirelesColunas

Cardiologista revela se existe sinal de alerta máximo de infarto
O cardiologista Rafael Marchetti explica sobre o infarto, condição associada à morte de 300 mil a 400 mil brasileiros por ano
atualizado
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Dados do Ministério da Saúde mostram que o infarto agudo do miocárdio está entre as principais causas de mortes no Brasil. Pelas estimativas, há de 300 mil a 400 mil ocorrências da condição anualmente, e a cada cinco a sete casos, verifica-se um óbito. Segundo a pasta, diminuir o risco de morte envolve procurar atendimento de urgência e emergência nos primeiros minutos do quadro.
Titulado especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o médico Rafael Marchetti explica que o infarto ocorre quando uma artéria coronária é obstruída, geralmente por um coágulo formado por uma placa de gordura. “Primeiro, há o rompimento dessa placa, em seguida, forma-se o trombo que bloqueia o fluxo sanguíneo”, salienta.
“Sem oxigênio, o músculo cardíaco começa a sofrer isquemia”, emenda o cardiologista. Pós-graduado em medicina do exercício e do esporte, o especialista pontua que, se a circulação não for restabelecida rapidamente, as células do miocárdio entram em necrose. “Isso compromete permanentemente a função do coração”, atesta o médico.
Questionado se existe um sinal de alerta máximo de infarto, o cardiologista afirma: “O principal indício é dor intensa, opressiva, no centro do peito, que pode irradiar para o braço esquerdo, pescoço ou mandíbula, acompanhada de falta de ar, suor frio e sensação de morte iminente.”
Diante desse quadro, deve-se ligar imediatamente para o serviço de emergência. “Não é recomendado dirigir nem permanecer sozinho”, indica o cardiologista com certificação internacional em medicina do estilo de vida. Rafael aconselha não esperar a dor passar ou tentar resolver apenas com repouso.

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