
Claudia MeirelesColunas

Autor revela idade precoce em que o príncipe Andrew perdeu virgindade
Experiências sexuais teriam sido um momento de formação, no qual o jovem príncipe “percebeu que era obcecado por mulheres”
atualizado
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Uma nova biografia revelou a idade precoce em que o príncipe Andrew perdeu a virgindade. No livro A Ascensão e Queda da Casa de York, o escritor Andrew Lownie alega que o duque de York teve sua primeira experiência sexual aos oito anos e perdeu a virgindade aos 11.
A publicação, que traz uma biografia do príncipe e que “abalou os círculos” da realeza com novas alegações bombásticas sobre ele e o seu comportamento, expõe que os episódios teriam sido um momento de formação, no qual o jovem membro da realeza britânica “percebeu que era obcecado por mulheres”.
Uma fonte mencionada na obra afirma que os primeiros encontros sexuais “podem ser a raiz dos problemas de Andrew”. Para o biógrafo, isso “talvez explique parte do comportamento posterior”.

Outro informante, que, inclusive, conhece o duque, contou ao jornal The Telegraph que eles estavam cientes de que o príncipe Andrew havia feito alusões anteriores a “experiências sexuais em uma idade que a maioria de nós consideraria muito jovem” e disse que sua vida pessoal tem sido “muito mais complexa” do que o público sabia.
Composta por 456 páginas, a publicação recém lançada detalha as finanças e a vida sexual do duque quando adulto, além de sua conexão com Jeffrey Epstein, financista condenado por crimes sexuais que repercutiram no mundo todo.
O autor descreve a obra como uma “história de trauma de infância, infidelidade, luxúria, traição, corrupção, ganância, extravagância, arrogância, direito, encobrimento do establishment e arrogância”.

O livro A Ascensão e Queda da Casa de York, anunciado como a “biografia real mais devastadora já escrita”, continua dizendo, por meio da fonte não identificada: “Ele admitiu que sua segunda experiência sexual aconteceu antes de completar 12 anos e, aos 13, já havia dormido com mais de meia dúzia de garotas.”
O autor justificou que incluiu a afirmação no livro porque “me pareceu que fazia parte da construção de uma imagem de comportamento e de como isso moldou sua vida”. “Acho que ele [Andrew], de certa forma, foi uma vítima. Isso o torna muito mais compreensivo”, declarou.
Andrew Lownie explicou que a publicação foi concluída ao longo de quatro anos de pesquisa e centenas de entrevistas com pessoas internas.
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