Comunicar o mundo invisível das energias: essa é a proposta que a holandesa Janet Vollebregt quer transmitir ao público brasiliense com a exposição Esférica. A mostra, produzida pela galeria Index, começa nesta sexta-feira (8/7) e vai até o dia 28 de agosto, no Museu Nacional da República.
Os apaixonados por arte terão a chance de apreciar obras com conceitos que representam um intercâmbio cultural entre o Brasil e Holanda. São mais de 30 trabalhos, entre esculturas, pinturas e instalações interativas que convidam o público a olhar para o interior. “Precisamos voltar o nosso ser para a capacidade de trabalhar com a energia. Harmonizar e fazer autocura”, avalia Vollebreg.
Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt em entrevista à Coluna Claudia Meireles Deiviane Linhares/ MetrópolesAs obras convidam o público a voltar o olhar para o próprio interior Deiviane Linhares/ Metrópoles“Precisamos voltar o nosso ser para a capacidade de trabalhar com a energia” Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt realiza a primeira exposição individual
Em conversa com à coluna Claudia Meireles, a artista explica que deseja transformar o museu em um ambiente acolhedor, de modo que, além de refletir sobre a consciência energética, as pessoas vejam o posicionamento do prédio modernista e suas estruturas de concreto como um corpo vivo e mutante, condutor de saúde física e emocional.
Galeria Index está produzindo a exposição Esférica
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O objetivo é que seja uma experiência imersiva
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Cadeiras
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Objetos que trabalham com a energia
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as artes expostas no Museu
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Desejo de instigar o público a refletir sobre cura e consciência energética
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Os objetos são vistos como corpo vivo e mutante
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Cristal
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Pedras
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Iluminação que permite experiência imersiva
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Cristais claros
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Parede decorada
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Cada cristal possui cores diferentes
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Autocura e reflexão estão entre os objetivos da exposição
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Parede branca
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Detalhes minimalistas
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As pedras possuem poder de cura
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Local de acesso ao público
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Obras de arte na parede
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Cores e estilos variados
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Detalhes dos quadros
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A mostra tem curadoria da Kura.
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O poder dos cristais
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Espaço amplo
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Mulher conectada com as obras
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A exposição ocorre até 28 de agosto
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Espaço completo
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Iluminação que conecta com a energia
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Cristais brancos
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Esférica é o tema da amostra
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A artista
Janet Vollebregt vive, atualmente, na ponte aérea entre a Holanda e o Brasil, onde tem residência na Chapada dos Veadeiros (GO). Sua pesquisa artística associa conceitos da medicina alternativa oriental, com os recursos naturais brasileiros, como pedras e cristais, encontrados na região da Chapada.
Formada em arquitetura, encontrou nas artes plásticas sua maior conexão. “Me interessei muito por essa parte invisível do nosso ambiente, nosso ser e da energia. Sempre estava desenhando prédios, escritórios que fazem bem para as pessoas”, conta a profissional, que trabalha com ambientes acolhedores desde 1994.
Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt desenvolve artes que despertam harmonia e autocura Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt e Claudia Meireles Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt conversa com a coluna
Durante os mais de 10 anos de estudos, ela sempre buscou aprofundar-se no campo energético. Vollebreg visitou culturas budistas ao longo dessa década e estudou várias linhagens de budismo e meditação, como Yoga, Feng Shui chinês e Jin Shin Jyutsu japonês.
Radicada no Brasil desde 2006, foi nas terras goianas que amor pelos cristais tornou-se mais forte. No Brasil, Janet conseguiu conectar-se melhor com a natureza e, consequentemente, com a parte invisível da energia, algo que para ela é fundamental. “Aqui, as pessoas têm mais conexões com a terra e com o coração. Lá na Holanda com o coração e cabeça. As vezes eu sou muito cabeça”, analisa a artista, que ouviu de pessoas próximas que era loucura sair de Amsterdã e vir para terras tupiniquins.
Deiviane Linhares/ MetrópolesClaudia Meireles Deiviane Linhares/ MetrópolesA artista estudou Yoga, Feng Shui chinês e Jin Shin Jyutsu japonês Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt no Museu Nacional Deiviane Linhares/ MetrópolesJanet Vollebregt perto das suas criações Deiviane Linhares/ MetrópolesA holandesa monstra as obras Deiviane Linhares/ Metrópoles“Me interessei muito por essa parte invisível do nosso ambiente e ser”