Andreza Matais

Tuma Jr. diz que Corinthians vai parar se presidente afastado voltar

Assembleia pode reconduzir Augusto Melo na próxima semana. Ele foi afastado acusado de rachadinha em contrato com Bet

atualizado

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Divulgação/Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo
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1 de 1 Romeu-Tuma-Jr-Corinthians - Foto: Divulgação/Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo

O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Jr., disse nesta sexta-feira (1/08) que o clube “vai parar” caso o presidente afastado, Augusto Melo, seja reconduzido ao cargo por decisão dos sócios na assembleia agendada para 9 de agosto.

“Você sabe o que vai acontecer se ele voltar? O Corinthians vai parar. Nós temos seis processos de impeachment para votar ainda: afasta, volta; afasta, volta; afasta, volta”, ameaçou.

Nos bastidores, a declaração de Tuma foi vista como uma tentativa de pressão sobre os sócios que decidirão em breve se Augusto deve retornar ao cargo.

“É corintiano que diz que gosta do clube quem pode imaginar uma situação dessa?”, complementou.

Tuma deu a declaração durante uma coletiva nesta sexta-feira. Jornalistas perguntaram sobre as providências do Conselho em relação às denúncias de uso indevido de cartões corporativos do Corinthians pelo ex-presidente Andrés Sanches, adversário de Augusto Melo. Nas respostas, no entanto, Tuma Jr. incluiu a ameaça de que o clube vai “parar” se os sócios determinaram a volta de Melo à presidência.

Augusto Melo foi eleito em 2023 para presidir o Corinthians de 2024 a 2026. Ele se tornou réu em julho deste ano após denúncia do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) por supostas irregularidades no contrato de patrocínio entre o Corinthians e a casa de apostas Vai de Bet. Em maio, no entanto, ele foi afastado da presidência por decisão do Conselho Deliberativo do clube, órgão presidido por Tuma Jr.

A defesa de Melo tem afirmado que as acusações contra ele são falsas e que o dirigente não recebeu os valores apontados pela denúncia. Os advogados ainda afirmam que o inquérito conduzido pela Polícia Civil de São Paulo contém nulidades, como o acesso a dados do Coaf sem autorização judicial e que o caso, por envolver um contrato internacional com a casa de apostas, deveria estar sob os cuidados da Polícia Federal e do Ministério Público Federal e não das autoridades estaduais.

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