
Lula sinaliza um 4º governo de austeridade e freio no assistencialismo
Interlocutores do petista dizem ter ouvido dele que já entregou muito em políticas de inclusão e irá focar no ajuste fiscal

Antes de cair em descrédito junto à Faria Lima por suas relações com Daniel Vorcaro, o pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro (PL) era considerado um nome ideal para derrotar Lula, até mesmo por um atributo físico. “Ele é até bonitinho”, comentava um banqueiro muito influente sobre a aparência do filho 01 de Jair Bolsonaro.
A possibilidade de Lula vencer as eleições provoca insônia na Faria Lima diante da perspectiva de mais oito anos de um governo gastador, que afugenta investidores.
Lula, contudo, tem dado sinais de que, em um eventual quarto mandato, pretende frear políticas de inclusão e adotar uma agenda de austeridade fiscal. Ou seja, manter o que foi feito no social e não criar mais despesas.
O petista sabe que os gastos foram elevados na reta final do governo e que precisará fazer ajustes para equilibrar as contas se quiser perpetuar o PT no poder.
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