
Andreza MataisColunas

Agência da “Pilili” tem contrato de R$ 6 milhões por ano com o TSE
O contrato da Octopus com o TSE está vigente desde 2022. o TSE já empenhou (isto é, reservou) R$ 5,4 milhões
atualizado
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A empresa de publicidade responsável pela mascote “Pilili” recebe R$ 6 milhões por ano do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para prestar serviços de publicidade. A criação é assinada pela agência Octopus Comunicação.
Trata-se de uma empresa com 40 anos de atividade, sediada em Santo André (SP). Comandada pelo publicitário Paulo Cesar Ferrari, a firma também tem operações em Foz do Iguaçu (PR) e Belo Horizonte (MG), além de Brasília.
O contrato da Octopus com o TSE está vigente desde 2022. O objeto é a “prestação de serviços de publicidade, por intermédio de agência de propaganda (…), bem como a distribuição de ações publicitárias do contratante (TSE) junto a públicos de interesse”. O contrato está atualmente no 4º aditivo. Além da “Pilili”, a Octopus é responsável por todas as outras campanhas do TSE.
Este ano, o TSE já empenhou (isto é, reservou) R$ 5,4 milhões para atender a Octopus.
A Pilili é uma urna eletrônica antropomórfica com traços cartunescos. O personagem estreou nesta segunda-feira (4/5) durante um evento no TSE em comemoração aos 30 anos da urna eletrônica.
“Sem gênero definido, pois nasceu da inspiração de uma máquina, a mascote representa a neutralidade, sem estereótipos. O nome Pilili é uma onomatopeia do som emitido pela urna eletrônica, conhecido ao longo das últimas eleições brasileiras”, explica o site do TSE.
A mascote virou meme nas redes sociais
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