Ex-monitor de escola cívico-militar é preso acusado de estupro de alunas
André Moraes Júnior era procurado pela Polícia Civil mineira desde julho e foi capturado pelo DHPP na zona norte da capital paulista
07/10/2026 16:52, atualizado 07/10/2026 17:00

O ex-monitor de uma escola cívico-militar de Minas Gerais André da Silva Moraes Júnior, de 23 anos (imagem em destaque), foi preso nesta quarta-feira (7/10), na zona norte da capital paulista, após permanecer foragido por cerca de dois meses e meio. Ele foi denunciado por crimes sexuais contra alunas menores de idade.
A prisão foi realizada pela Delegacia de Investigação Contra a Pedofilia do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil paulista, após trabalho conjunto com investigadores de Minas Gerais. André foi localizado em um endereço na capital paulista não mencionado à coluna.
O ex-monitor trabalhava na Escola Municipal Cívico-Militar Três Marias, em São João Nepomuceno (MG). As denúncias vieram à tona em maio e envolvem meninas menores de 14 anos. Em um dos casos, os pais de uma aluna de 12 anos encontraram mensagens atribuídas a André. Em outro, o pai de uma garota de 11 anos descobriu conversas nas quais o então monitor teria pedido para encontrar a criança sozinho.
Prisão preventiva
Em julho, o Ministério Público denunciou André por estupro de vulnerável, além de crimes relacionados a aliciamento e constrangimento de criança com finalidade libidinosa e descumprimento de medida protetiva.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO mandado obtido pela coluna mostra que a prisão preventiva foi decretada pela 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais de São João Nepomuceno. A ordem, assinada em 22 de julho, tem validade até 2046 e registra como tipificação o artigo 217-A do Código Penal, que trata de estupro de vulnerável.
Após a ordem judicial, André não havia sido localizado e passou a ser procurado. As buscas envolveram investigadores de São João Nepomuceno, policiais especializados em crimes cibernéticos de Juiz de Fora e, posteriormente, a Polícia Civil paulista.
A defesa do suspeito não foi localizada. O espaço segue aberto para manifestações.










