Você é contra o coach? Senado Federal analisa criminalizar profissão

Sugestão legislativa já conquistou mais de 14 mil assinaturas, das 20 mil necessárias para passar a tramitar

IStockIStock

atualizado 22/04/2019 18:49

Alvo de constantes críticas, especialmente na internet, a profissão de coach entrou oficialmente no debate no Senado Federal: a possibilidade de sugestão legislativa analisa criminalizar os profissionais que não forem devidamente habilitados. A página com as adesões pode ser acessada aqui.

“Se tornada lei, não permitirá o charlatanismo de muitos autointitulados formados sem diploma válido. Se aprovada, não será permitido propagandas enganosas como: reprogramação do DNA e cura quântica, desrespeitando o trabalho científico e metódico de terapeutas e outros profissionais das mais variadas áreas”, diz a justificativa da discussão. A proposta é do cidadão sergipano William Menezes.

Até a publicação desta nota, a sugestão já havia sido assinada por 14 mil pessoas. Para entrar oficialmente nas discussões da Casa, a sugestão precisa de 20 mil apoios.

E você? É a favor de criminalizar quem se qualifica como coach?

SOBRE O AUTOR
Caio Barbieri

Cursou jornalismo no Centro Universitário de Brasília (UniCeub). Passou pelas redações do Correio Braziliense, Agência Brasil, Rádio Nacional e foi editor-adjunto da Tribuna do Brasil. Ocupou a assessoria especial no Ministério da Transparência e foi secretário-adjunto de Comunicação do GDF. Chefiou o relacionamento com a imprensa na Casa Civil, Vice-Governadoria, Secretaria de Habitação e na Secretaria de Turismo do DF. Fez consultoria para vários partidos, entidades sindicais e políticos da Câmara Legislativa e do Congresso Nacional. Assina a coluna Janela Indiscreta do Metrópoles e cobre os bastidores do poder em Brasília.

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