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Após lançar a pré-candidatura do ex-deputado distrital Peniel Pacheco ao Governo do Distrito Federal (GDF) no sábado (7/7), o PDT-DF tenta estruturar uma chapa competitiva. O partido tenta atrair siglas como PCdoB, PPL e Rede para seu projeto eleitoral.

A Executiva regional encontrou-se com o presidente do PCdoB-DF, Augusto Madeira, e com representantes do PPL. O secretário de organização do PPL-DF, Marco Antônio Campanella, mostra-se animado com a possível coligação. “Houve uma primeira conversa com o próprio João Vicente [presidente regional da sigla e presidenciável] e as coisas estão caminhando bem. Estamos otimistas“, afirmou Campanella. 

Augusto Madeira, por outro lado, diz ser necessária uma sustentação, por meio de mais aliados, para a pré-candidatura de Peniel tornar-se uma alternativa política atraente. “Estamos considerando essa possibilidade. É um fato novo, vamos analisá-lo”, afirmou. Há alguns meses, PPL, PCdoB, Rede e PDT estavam alinhados. Os partidos separaram-se após a empreitada dos pedetistas rumo ao grupo do ex-secretário de Saúde do DF Jofran Frejat (PR), que findou sem acordo.

Na terça-feira (10/7), o PDT visitou o presidente do PSD-DF, Rogério Rosso, que afirmou estar comprometido. A sigla ainda tenta angariar o PPS, sigla do senador Cristovam Buarque. O impasse é que PPS e PSD estão na terceira via, grupo de seis partidos responsáveis pela sustentação, por hora, da pré-candidatura do deputado federal Izalci Lucas (PSDB) ao Palácio do Buriti.

O objetivo do PDT é convencer os partidos a se identificar com uma proposta para construir um programa para a cidade com o caráter inovador, de acordo com Peniel Pacheco (foto em destaque). O “buritizável” garantiu: as articulações locais serão levadas em conta pela direção nacional da sigla em caso de união entre o PSB, do governador Rodrigo Rollemberg, e o PDT em torno da campanha do presidenciável do partido, Ciro Gomes.



 


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