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Com os acordos políticos cada vez mais próximos da definição para a campanha distrital, os partidos que ainda não decidiram por qual caminho seguirão passam a ser objeto de cobiça dos diferentes grupos ideológicos. Um deles é o Podemos, que recentemente perdeu o presidente local, Ronaldo Fonseca, para tornar-se ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Acéfala desde então, a sigla passou a sofrer impasses internos sobre a quem dará apoio para a candidatura ao Palácio do Buriti. A legenda está dividida entre o grupo que trabalha para a reeleição do atual governador, Rodrigo Rollemberg (PSB), a ala que prefere seguir de mãos dadas com a aliança liderada pelo médico Jofran Frejat (PR) e ainda a chamada terceira via, que tem Izalci Lucas (PSDB) como possível cabeça de chapa.

A decisão, contudo, não será definida apenas pelo diretório regional. Integrantes da campanha do presidenciável da sigla, senador Álvaro Dias (foto em destaque), antecipam que a direção nacional terá palavra determinante sobre o destino do Podemos no DF. Alegam que, dentro das negociações, o natural é que o pré-candidato ao Palácio do Planalto consiga ter palanque na campanha local.

Nesse cenário, avaliam aliados do congressista, dificilmente o senador aceitaria deixar o partido erguer a bandeira do atual governador do Distrito Federal. A justificativa é “a conhecida rejeição local”.



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