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O chefe de gabinete do governador Rodrigo Rollemberg (PSB), Carlos Tomé, foi exonerado a pedido nesta segunda-feira (28/11). A saída dele foi antecipada pela coluna Grande Angular do Metrópoles na última quinta-feira (24/11) e está publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda.

Com a saída de Tomé, Rollemberg terá o quarto chefe de gabinete em dois anos de gestão. O atual ocupante do cargo e ex-secretário da Mobilidade do Distrito Federal voltará ao Senado Federal, onde trabalhava antes de assumir as funções no GDF. Ele ficou seis meses na atividade, na qual era responsável por organizar a agenda do governador, além de uma série de tarefas ligadas à burocracia.

Tomé sai sem bater portas e sem nenhum desgaste maior com o governador. É fato que ele estava incomodado com a quantidade de tarefas burocráticas, mas não houve rompimento. Ao se despedir de seus pares secretários, deixou nas entrelinhas a mensagem de que segue empunhando a bandeira governista. Obviamente, no entanto, o fato de Rollemberg não reter seus assessores mais próximos demonstra a fragilidade de um governo em crise desde o primeiro dia de administração.

Michael Melo/Metrópoles

Carlos Tomé no Palácio do Buriti

Antes de Tomé, passaram pelo cargo Rômulo Neves (Rede) e Alexandre Lopes. Neves foi o braço direito de Rollemberg desde a transição do governo de Agnelo Queiroz (PT), em 2014, até fevereiro de 2016. Quando deixou o cargo, saiu também do PSB e migrou para a Rede, partido pelo qual deve concorrer a um cargo de deputado federal, em 2018.

Depois de Neves e até a nomeação de Carlos Tomé, Alexandre Lopes era quem ocupava a chefia de gabinete. Ele foi secretário de Gestão Administrativa e Desburocratização no primeiro ano de gestão de Rollemberg. Hoje, é subsecretário de Políticas Públicas na Casa Civil.



 


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