Dia dos Animais: seis histórias provam que adotar é tudo de bom

O Brasil tem mais de 172 mil bichos abandonados vivendo sob tutela de ONGs e grupos protetores

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atualizado 04/10/2019 11:36

Nesta sexta-feira (04/10/2019) é comemorado o Dia Mundial dos Animais, mas essa não é a única celebração. O Dia Nacional de Adotar um Animal também é lembrado na data de hoje. A iniciativa tem como objetivo conscientizar a população e amenizar o problema do abandono.

De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Pet Brasil, o país tem mais de 172 mil animais abandonados vivendo sob tutela de organizações não governamentais (ONGs) e grupos protetores. Desse número, cerca de 165 mil são cães e 6 mil, gatos. O estudo revelou ainda que 4% dos animais que vivem na rua acabam em situação de vulnerabilidade e abandono completo. Por isso, o trabalho de ONG’s e abrigos voluntários são tão importantes.

Para celebrarmos o Dia Mundial dos Animais, o Metrópoles separou seis histórias lindas e emocionantes de pessoas que mudaram vidas por meio da adoção.

Confira:

Angélica Nogueira é estudante de letras e perdeu um tio, Ageu Nogueira, há três anos. Seu carro foi levado para a casa da jovem, por ser uma herança de família. Após a chegada do veículo, Angélica começou a escutar miados altos, mas não conseguia identificar a origem. Após muita procura, ela achou uma pequena gatinha escondida dentro do motor. “Meu tio amava gatos e aparecer um no carro dele logo após sua partida foi incrível. Para a gente, é como se fosse um presente especial dele, é o xodó da família”, conta.

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A publicitária Tatyana Falesic adotou Loki, um vira-lata caramelo. Após ser devolvido várias vezes por chorar e latir alto, o cachorrinho encontrou o “match” perfeito com Tatyana. No início, a avó da moça tinha medo que o animal a derrubasse no chão, mas hoje o trio é inseparável. “Minha vó faz a comida dele todos os dias, deixa ele subir na cama dela e faz carinho sempre que pode”, diz.

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A estudante de psicologia, Ana Carolina Lima, estava voltando da faculdade quando encontrou a Luna. Na época, a cachorrinha estava debilitada, com cinomose, pneumonia e quase cega. A jovem não pensou muito e a levou para casa. A ideia inicial era ser algo temporário, mas Ana acabou percebendo que não queria se separar mais da pet. Hoje, elas são companheiras inseparáveis.

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Letícia Lacerda tem três cachorros, mas a conexão com um deles é especial. A funcionária pública estava passando por um período difícil e decidiu ter um animal adulto, por serem mais difíceis de serem adotados. “A Vida me salvou em um momento complicado. Mesmo quando eu não queria fazer nada, eu tinha a companhia dela”, compartilha.

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Geovanna Alves estava passando por uma crise de depressão em 2014, quando seus pais decidiram adotar um bichinho para tentar reverter o quadro da estudante. E então apareceu a Donna. “Hoje estou melhor, mesmo após cinco anos, ela continua salvando a minha vida todos os dias.”

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Bruna Lobo trabalha como secretária em uma pet shop, mas o seu amor por animais não se resume apenas ao ofício diário. Ela adotou 10 bichinhos, sendo dois cachorros e oito gatos. Todos os animais adotados por ela foram abandonados ou passaram por alguma situação traumática. Isso só aumentou o amor de Bruna por cada um deles. “Um é deficiente, outros três são Felv+ e ninguém quer dar uma segunda chance para casos difíceis”, conta. Hoje, ela reúne as aventuras dos 10 pets no Instagram!

SOBRE O AUTOR
Zilá Motta

Graduanda em jornalismo pelo Centro Universitário Iesb, já atuou como repórter na Anasps, onde cobriu política e economia. Trabalhou como social media no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e na agência Vibe Marketing. Atualmente está como estagiária na editoria Intervalo e na coluna É o Bicho.

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