Taís Araújo e Lázaro Ramos vão ao velório de Elza Soares: “Honrá-la”

A atriz já viveu a cantora, que morreu na última quinta-feira (20/1) aos 91 anos, em um filme sobre a história de Garrincha

atualizado 21/01/2022 17:01

Thaís Araújo e Lázaro RamosWebert Belicio/ Agnews

Taís Araújo e Lázaro Ramos foram ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, na tarde desta sexta-feira (21), para o velório de Elza Soares, que faleceu em sua casa, aos 91 anos. A atriz já viveu na pele da cantora no filme do cinema nacional Garrincha – Estrela Solitária, de 2005

Lázaro Ramos faz homenagem emocionante a Elza Soares.

Ao chegar ao local, visivelmente abalada, Taís falou sobre o legado da cantora. “Cabe a gente honrar a história dela, a vida que ela teve e a arte que ela deixa”, pontuou. “Tenho a sensação que ela preparou o terreno para as gerações seguintes. É óbvio que  a gente queria que não tivesse uma vida tão dura e de tanta luta, mas foi uma vida de glória também. A gente tem que lembrar de tudo o que ela conquistou para que a gente tenha uma caminhada mais leve”, completou.

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Já Lázaro Ramos, que já havia publicado uma homenagem para a cantora no dia de sua morte, também ressaltou a importância de Elza Soares. “É difícil definir Elza. Ela só trouxe exemplos para nós. Todas as gerações se apaixonaram por Elza em algum momento da nossa filha aos nossos pais. É difícil falar sobre ela em poucas palavras”, disse ele.

Além deles, outros famosos também se solidarizam com a morte da cantora, como a atriz Cacau Protásio. “Vai com Deus mulher maravilhosa! O céu está em festa hoje pra te receber, pena que o nosso café não deu tempo, mas a chamada de vídeo no Ano-Novo me fez a mulher mais feliz da vida. Deus conforte os corações de todos os familiares e fãs. Nós te amamos. Você já deixa saudades”, escreveu.

Trajetória

Nascida no subúrbio do Rio de Janeiro, em uma favela onde hoje está situada a Vila Vintém, Elza da Conceição Soares é filha de um operário com uma lavadeira. Ela começou a cantar com o pai, que gostava de tocar violão nas horas vagas. A carreira começou nos anos 1950, quando a carioca fez o seu primeiro teste na Rádio Tupi, no programa de calouros Ary Barroso, tendo ficado em primeiro lugar.

Em 1959 foi contratada para trabalhar na Rádio Vera Cruz. Em 1960, atuou no Festival Nacional da Bossa Nova e, três anos mais tarde, Elza foi a representante do Brasil na Copa do Mundo no Chile. Era o início de uma trajetória invejável que levou Elza a ser reconhecida nos anos 2000 pela BBC de Londres como a Melhor Cantora do Universo. Ao longo de sete décadas, Elza presenteou o público com vários sucessos, entre eles Dentro de Cada Um, Exú nas Escolas, A Carne, Mulher do Fim do Mundo e Língua.

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