Saiba quem é Cássia Vialli, modelo que atropelou e matou motociclista
A modelo e empresária, de 29 anos, é sócia de um haras e de lojas de moda feminina na capital do Paraná
atualizado
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A influencer Cássia Vialli, de 29 anos, que atropelou e matou o motociclista Jheykson Medeiros, de 36 anos, na madrugada dessa segunda-feira (5/9) em Curitiba, é modelo e empresária. Cássia é sócia de um haras e de lojas de moda feminina na capital do Paraná.
Para uma revista local, a modelo afirmou que estava casada há quase 15 anos com um empresário e tem dois filhos: um menino de 14 anos e uma menina de 9. Também na conversa, ela diz que é apaixonada por musculação e passou por cirurgias plásticas e outros procedimentos estéticos.
Pouco após o acidente, Cássia publicou fotos em seus Stories do Instagram bebendo em um bar. Após o ocorrida, ela apagou a postagem e desativou sua rede social. Agora, a página de Vialli mostra uma foto de luto no perfil e um vídeo pedindo desculpas.
Entenda
De acordo com a Polícia Militar, o homem atropelado por ela estava em horário de trabalho, foi atingido de frente por um veículo na contramão conduzido pela modelo. De acordo com o Splash, do UOL, testemunhas afirmam que Cássia dirigia uma caminhonete quando teria perdido o controle do veículo, invandindo a pista contrária e atingindo Jheykson.
Após a batida, a jovem fugiu do local com ajuda de uma pessoa não identificada e abandondou o automóvel na via. A vítima morreu no local, segundo a reportagem.
Almir Medeiros, pai do motociclista, lamentou: “Ela tirou a vida do meu filho. Com 36 anos, ele deixou um filho de sete anos e a esposa. Deixou um pai arrasado, com o coração sangrando. Deixou mãe e três irmãos. Ela saiu na contramão, podre de bêbada, e matou o meu filho.”
Testemunhas ouvidas pela polícia afirmam que a modelo teria ingerido bebida alcoólica em um bar que fica próximo ao acidente, no bairro Boqueirão. Ela chegou a postar fotos com drinks em suas redes sociais, que foram desativadas após o acidente.
Ainda segundo a reportagem, Cássia se apresentou na Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) com seu advogado e seu marido. Ela não falou com a imprensa e se manteve em silêncio durante o interrogatório.
“Ela permaneceu no seu direito constitucional de ficar em silêncio. O inquérito policial já foi instaurado e já fizemos algumas diligências. Testemunha ocular já foi ouvida e tivemos acesso também a uma comanda que possivelmente seria dela em que houve consumo de três caipirinhas de vinho”, disse o delegado Edgar Santana.













