Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Celebridades

Poze do Rodo é acusado de agredir MC e caso vai parar na polícia

MC Borges e MC Poze do Rodo se envolveram em uma grande confusão na noite dessa quarta-feira (28/1). O caso parou na polícia do Rio

29/01/2026 16:00, atualizado 29/01/2026 16:11
Compartilhar notícia
Reprodução/ Instagram
Imagem colorida de MC Poze do Rodo e MC Borges - Metrópoles

MC Borges e MC Poze do Rodo se envolveram em uma grande confusão na noite dessa quarta-feira (28/1). O primeiro acusa Poze de invadir sua casa, localizada em Vargem Grande, no Rio de Janeiro, e agredir ele e sua companheira, Pamella Lopes. O caso foi parar na polícia. 

O cantor afirmou que Poze foi até a sua casa com amigos e deu chutes em seu rosto. O motivo da confusão, segundo ele, seria o relacionamento de Vivi Noronha, ex de Poze, com Da Furia, amigo de Borges.

Poze do Rodo é acusado de agredir MC e caso vai parar na polícia - destaque galeria
3 imagens
O MC denunciou o roubo à polícia
MC Poze do Rodo
O prejuízo ultrapassa R$ 2 milhões
1 de 3

O prejuízo ultrapassa R$ 2 milhões

O MC denunciou o roubo à polícia
2 de 3

O MC denunciou o roubo à polícia

Reprodução/Redes sociais.
MC Poze do Rodo
3 de 3

MC Poze do Rodo

Reprodução/Redes sociais

Receba no seu email as notícias de Celebridades

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters
“Quebraram meu portão, fizeram a maior algazarra. Eu escutei falando que tinham dado um chute na minha mina”, afirma Borges, em vídeo postado na noite de ontem.

Borges também postou um vídeo atribuído a Poze, onde o cantor discute supostamente com dois homens que estavam no portão da casa dele.

Vale lembrar que Borges e Poze fazem parte da mesma gravadora, a Mainstreet. Poze do Rodo, por sua vez, negou as acusações e disse não ter relação com as agressões, apontando que a confusão teria sido com seu primo, chamado Léo.

“Eu estou separando a briga o tempo todo. Nem olhei para a cara dele [Borges]. Bagulho foi de homem para homem. Separei a briga lá, onde deu eu separei”, afirma Poze.

“O caso foi registrado na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes) e encaminhado ao Juizado Especial Criminal (Jecrim)”, afirmou a Polícia Civil do Rio de Janeiro ao Metrópoles.