Mordida por cachorro, brasileira recebe conta hospitalar de R$ 84 mil
A influencer Débora Rocha chocou os internautas ao revelar o valor da conta hospitalar após ser mordida por cachorro nos EUA
atualizado
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Débora Rocha, influenciadora brasileira que mora nos Estados Unidos, impressionou ao expor o alto valor da conta hospitalar após ter sido atacada por um cachorro.
Em vídeo publicado no Instagram nesse domingo (3/5), ela revelou que quase ficou endividada com a conta de 17 mil dólares, aproximadamente R$ 84 mil, no Hospital de Orlando. Veja:
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Além de contar o valor da dívida, Débora também deu detalhes do que aconteceu e mostrou a mordida do cachorro. Ela foi atacada por um poodle marrom enquanto estava em uma casa na Carolina do Norte. O animal doméstico era da vizinha.
“Eu tinha achado os cachorros muito fofos e aí, eu tinha ido falar com eles. Falei, normal, a dona me viu lá […] E eu até perguntei para a dona nesse dia se os cachorros mordiam e ela falou que não, eles não mordiam”, lembrou a influenciadora.
Ela explicou que um dos cachorros era um filhote que, no dia em que ela estava indo embora da casa, pulou a cerca da vizinha e foi para a casa onde ela estava. Débora, então, foi “devolver” o cão ao lado certo da cerca e, nesse momento, o poodle a mordeu.
“Ele me deu uma mordida que eu tirei o meu braço e aí, fez um buraco. Meio que ele apertou minha pele. Eu tirei muito rápido, senão a mordida teria sido maior. E meio que arrancou esse pedaço aqui da minha pele. E aí, começou a sangrar, todo mundo se estressou”, disse.
Apesar de a dona dos cachorros ter afirmado que eles eram vacinados, ela não apresentou nenhum documento que comprovasse isso. Débora, então, achou melhor ir ao hospital para tomar a vacina antirrábica.
Valor da conta hospitalar
Chegando em Orlando, a influenciadora procurou uma clínica para tomar a vacina, mas foi informada que o procedimento só poderia ser realizado em um pronto-socorro. Ela encontrou um hospital perto do hotel e foi até lá.
No pronto-socorro, o médico a explicou que ela precisaria tomar quatro doses da vacina, sendo uma dentro de 24 horas da mordida; outra, três dias depois; outra, uma semana da mordida; e a última, 14 dias após a mordida. Ela tomou a primeira e a segunda dose em Orlando, além de imunoglobulina, que foi colocada embaixo da ferida, na pele dela.
No dia em que foi tomar a segunda dose, ela descobriu o custo de 17 mil dólares. Débora explicou que a vacina em si custava 2.500 dólares, cada dose; a imunoglobulina era uns 4 mil dólares e só o atendimento era cerca de 5 mil dólares a diária.
