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Celebridades

Pabllo Vittar desabafa sobre o Brasil: "Muito homofóbico e racista"

A artista também falou sobre a ausência do pai durante sua infância: "Nem cheguei a conhecer"

24/08/2018 14:48
Divulgação
Pabllo Vittar desabafa sobre o Brasil: “Muito homofóbico e racista”

Em entrevista a Roberto Cabrini, do programa Conexão Repórter, Pabllo Vittar abriu o coração para falar sobre a atual situação do Brasil em relação ao grupo LGBTQ. A drag queen também explicou como foi sua infância sem o próprio pai.

Com 23 anos, a cantora admite se preocupar com o andamento do país: “É muito homofóbico, preconceituoso, transfóbico, racista pra caramba. Vejo isso todos os dias”, lamenta.

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5 imagens
A cantora garantiu que não vinculará mais sua imagem à marca
A cantora participou de um evento que celebra a diversidade LGBT em Lisboa, Portugal, recentemente
Para ela, o Brasil é muito homofóbico e racista
Cantora é dona dos hits K.O., Problema Seu e Corpo Sensual
A relação de amizade entre elas já acabou, contudo
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A relação de amizade entre elas já acabou, contudo

Reprodução/Arquivo Pessoal
A cantora garantiu que não vinculará mais sua imagem à marca
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Reprodução/Instagram
A cantora participou de um evento que celebra a diversidade LGBT em Lisboa, Portugal, recentemente
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A cantora participou de um evento que celebra a diversidade LGBT em Lisboa, Portugal, recentemente

Bruno Pimentel/Metrópoles
Para ela, o Brasil é muito homofóbico e racista
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Para ela, o Brasil é muito homofóbico e racista

Bruno Pimentel/Metrópoles
Cantora é dona dos hits K.O., Problema Seu e Corpo Sensual
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Cantora é dona dos hits K.O., Problema Seu e Corpo Sensual

BRUNO CAVALCANTI/VICTORIA HAUS/Divulgação

Com o intuito de acabar com o preconceito, Pabllo afirma não se incomodar com os moralistas. “Para as outras [pessoas], a gente quer levar informação. Quer mostrar que a gente é capaz. Quer mostrar que nós, LGBTs e gays, temos caráter, trabalhamos, temos sim os mesmos direitos… E a gente pode fazer o que quiser”, desabafa a artista.

“Posso exercer qualquer função no mercado de trabalho porque sou capaz disso. A minha sexualidade, a minha condição sexual, não me incapacita, não me faz menos”, emenda Pabllo, que declara não se importar em ser chamado de “ele” ou “ela”. “Tanto faz, acho que a gente está na vida para ser múltiplo”, completa.

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Uma das maiores artistas do Brasil atualmente, Pabllo revela ter passado maus bocados durante a infância por causa da ausência do pai. “Eu nem cheguei a conhecer meu pai. Essa força masculina que a gente encontra em figuras que geralmente vem dos pais, eu recebi muito dos meus tios, dos meus amigos, do meu avô, pai da minha mãe”, conclui ela. A entrevista de Pabllo ao Conexão Repórter vai ao ar na segunda-feira (27), no SBT.

AgNews
Pablo Vittar, de 23 anos, é drag queen e não se incomoda em ser chamada de “ele” ou “ela”