Menina do Ministério Etrom tem prisão mantida após ataques racista
Conhecida por publicações polêmicas nas redes sociais, a Menina do Ministério Etrom teria cometido racismo contra funcionários de um hotel

Lusimar Augustinho da Silva, 55 anos, a infame Menina do Ministério Etrom, teve a prisão em flagrante mantida pela Justiça do Distrito Federal (TJDFT) no final da tarde desta sexta-feira (14/8). Ela foi presa na quinta-feira (13/8) após direcionar ofensas racistas a funcionários de um hotel em Brasília (DF).
De acordo com a coluna Na Mira, do Metrópoles, a Menina teria registrado em vídeo e depois compartilhado nas redes sociais quando direcionou ataques aos profissionais do empreendimento na Asa Norte. Esta teria sido a segunda vez em dois dias que ela ofendeu os funcionários do local.
Durante a audiência de custódia, Lusimar “se comportou de maneira respeitosa, cooperativa e se expressou com clareza” e afirmou que não tem diagnóstico de transtornos mentais. Uma pessoa próxima à detida, no entanto, afirmou às autoridades que ela apresenta diagnóstico de esquizofrenia, mas que não aceita que tem a doença ou que precisa de tratamento.
Encaminhada para instituições de atendimento a pessoas em situação de rua do DF, ela declarou não ter interesse e não sentir necessidade de buscar acompanhamento profissional.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Em caso de manutenção de prisão preventiva, sugere-se que a Sra. Lusimar seja atendida pela equipe de saúde da unidade prisional que a abrigar, visando uma avaliação do quadro de saúde e adoção de encaminhamentos pertinentes aos cuidados necessários”, consta na avaliação psicológica da detenta.
Esta não é a primeira vez que Lusimar foi alvo de investigações das autoridades do Distrito Federal. Em novembro de 2025, ela disparou ofensas racistas contra um segurança de um hotel em São Paulo e foi denunciada pelo Ministério Público por racismo.
Quem é a Menina do Ministério Etrom
Lusimar Augustinho da Silva é natural de Montes Claros de Goiás e passou a infância na igreja, sendo criada pelos avós após perder os pais. Ela é graduada em Administração de Empresas e diz trabalhar uma vez por semana como diarista.
Em situação de rua desde 2007, a Menina fugiu de um hospital psiquiátrico e foi dada como desaparecida pela avó.Tempos depois, ela se mudou para o Distrito Federal e passou a ser chamada como “A Menina do Ministério Etrom” (morte ao contrário).
Registros dela caminhando pelas ruas da capital federal passaram a viralizar nas redes sociais e conquistar seguidores com falas desconexas e ataques.













