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Celebridades

MC Livinho relembra começo da carreira: "18 baseados por dia"

O funkeiro também explicou, em entrevista, o motivo de ter abandonado o futebol

19/03/2020 12:41
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Divulgação
MC Livinho

MC Livinho, de 25 anos, relembrou o início da trajetória no funk em entrevista ao Programa Pânico da Rádio Jovem Pan. O rapaz, que chegou a ser jogador de futebol por dois dias e se “aposentou”, revelou ter chegado a fumar 18 cigarros de maconha em 24 horas.

“Fumava muito baseado, tinha minhas doideiras. Mas em determinado momento da minha vida eu falei: ‘Eu preciso focar na minha carreira’. Fumava até 18 baseados por dia. E se eu continuasse assim, a fama ia passar, as minhas músicas não iam tocar mais”, contou.

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Ele contou que já chegou a fumar 18 baseados por dia
MC Livinho
Ele é um dos funkeiros mais badalados da atualidade
O músico tentou ir para o futebol
Ele tentou carreira no futebol, mas largou dias depois
MC Livinho desabafou sobre o começo da carreira no funk
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MC Livinho desabafou sobre o começo da carreira no funk

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Ele contou que já chegou a fumar 18 baseados por dia
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Ele contou que já chegou a fumar 18 baseados por dia

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MC Livinho
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MC Livinho

Felipe Menezes/Metrópoles
Ele é um dos funkeiros mais badalados da atualidade
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Ele é um dos funkeiros mais badalados da atualidade

Felipe Menezes/Metrópoles
O músico tentou ir para o futebol
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O músico tentou ir para o futebol

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Ele tentou carreira no futebol, mas largou dias depois
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Ele tentou carreira no futebol, mas largou dias depois

Reprodução/Instagram
Livinho não quer deixar o funk
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Livinho não quer deixar o funk

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E ele tenta se aprimorar
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E ele tenta se aprimorar

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Mas garante que sua maior inspiração é ele mesmo
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Mas garante que sua maior inspiração é ele mesmo

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Sucesso!
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Sucesso!

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O funkeiro, porém, decidiu mudar de vida. “Fui me aprimorar, fazer aula de canto, estudar mais música, aprender teclado, piano. Eu pensei em como as pessoas poderiam me respeitar como artista, não como um maloqueiro, favelado que deu certo na vida e passou, perdeu tudo”, explicou.

Livinho também relatou ter sofrido preconceito por cantar funk e por causa de sua voz. “Tento trazer para o funk algumas coisas melódicas. Tento empregar algumas teorias da parte de MPB, saber tons relativos, etc. Estou tentando empregar no funk, mas tem que ser de pouco em pouco. Se eu chegar com a informação que eu já tinha de música quando eu estourei, em 2014, as pessoas poderiam não entender bem. Tanto que passei preconceito. Pessoas falando para eu cantar pagode porque tinha voz de ‘viado'”, disse.

Por fim, ele esclareceu o motivo de ter abandonado a carreira no futebol. “Já estava tudo certo para jogar. Eu iria quando desse. Mas foi uma parada da noite para o dia que me pressionou muito. Vários sites falando que eu ia parar de cantar, que tinha abandonado a carreira de cantor. Mas o funk me tirou da lama, me deu tudo que eu tenho, ajudou minha família, sou muito grato ao funk e aos meus fãs, eu não poderia fazer isso”, declarou.

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