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Irmão de Djidja Cardoso deixará presídio e vai para regime semiaberto

Ademar Cardoso foi condenado a mais de dez anos por tráfico de drogas. A Justiça do Amazonas decretou o semiaberto nesta sexta-feira (23/10)

23/10/2026 17:40, atualizado 23/10/2026 17:43
Reprodução/ Instagram
Irmão de Djidja Cardoso deixará presídio e vai para regime semiaberto

Ademar Cardoso, irmão de Djidja Cardoso, recebeu liberdade judicial nesta sexta-feira (23/10). Condenado a mais de dez anos por tráfico de drogas, ele foi beneficiado pela decisão da Justiça do Amazonas, que decretou a progressão de pena do regime fechado para o semiaberto.

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Ademar Cardoso e Djidja Cardoso
Djidja Cardoso, a mãe e o irmão posam juntos e sorridentes
Djidja Cardoso posa abraçada com a mãe e o irmão
Djidja Cardoso com a mãe, Cleusimar, e o irmão, Ademar
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Djidja Cardoso com a mãe, Cleusimar, e o irmão, Ademar

Reprodução/Redes sociais
Ademar Cardoso e Djidja Cardoso
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Ademar Cardoso e Djidja Cardoso

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Djidja Cardoso, a mãe e o irmão posam juntos e sorridentes
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Djidja Cardoso, a mãe e o irmão posam juntos e sorridentes

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Djidja Cardoso posa abraçada com a mãe e o irmão
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Djidja Cardoso posa abraçada com a mãe e o irmão

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Ele estava preso desde maio de 2024, dias após Djidja ser encontrada morta dentro da casa da família com sinais de overdose de cetamina. Apesar de responder no semiaberto, ele terá que usar tornozeleira eletrônica e cumprir medidas específicas.


  • Recolhimento noturno: permanecer em sua residência das 22h às 6h nos dias úteis, podendo sair apenas para trabalhar, estudar ou fazer tratamento de saúde;
  • Fins de semana e feriados: recolher-se integralmente em casa;
  • Viagens e mudança: não mudar de endereço nem se ausentar de Manaus sem autorização prévia da Justiça;
  • Proibições: não ingerir bebidas alcoólicas, não usar drogas ilícitas e não portar nenhum tipo de arma.

Segundo a decisão judicial, o irmão de Djidja preencheu os requisitos temporais e de bom comportamento exigidos pela Lei de Execução Penal graças a participação constante em atividades de trabalho, leitura e estudo na unidade prisional.

Um laudo médico também atestou a capacidade de autocontrole, discernimento e aptidão de Ademar para o retorno gradual à sociedade.

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Relembre o caso

A ex-sinhazinha do boi Garantido Djidja Cardoso morreu em 28 de maio de 2024. A morte dela deu inicio a uma operação contra uma suposta ceita formada pela família dela, chamada de “Pai, Mãe e Vida”.

De acordo com a investigação, os denunciados faziam a captação, distribuição, uso e aplicação indiscriminada de cetamina, droga que afeta o sistema nervoso central.

Em dezembro de 2024, a mãe e o irmão de Djidja Cardoso foram condenados por tráfico e associação ao tráfico de cetamina. Ademar e Cleusimar, e outras cinco pessoas, foram sentenciados a 10 anos, 11 meses e 8 dias de prisão. Além da pena, o juiz Celso de Paula condenou o grupo a pagar 1.493 dias-multa.

Os outros nomes eram Hatus Moraes Silveira, José Máximo Silva de Oliveira, Savio Soares Pereira, Veronica da Costa Seixas e Bruno Roberto da Silva Lima. Os três primeiros, além de Ademar e Cleusimar, já estavam presos e um pedido para recorrer em liberdade foi negado na época. Verônica e Bruno receberam o direito de responder em liberdade.

Outras três pessoas foram absolvidas por falta de provas: Emicley Araújo Freitas Júnior atuava como motoboy na empresa de José Máximo e Claudiele Santos da Silva e Marlisson Vasconcelos Dantas eram maquiadores do estabelecimento de Cleusimar e Ademar.