Irmã de Deolane diz que família é "perseguida" após prisão da advogada
Daniele comentou sobre a prisão da irmã, nesta quarta (4/9). Deolane foi presa em Pernambuco, por lavagem de dinheiro e jogos ilegais

Irmã de Deolane Bezerra, Daniele Bezerra comentou sobre a prisão da irmã, nesta quarta-feira (4/9). Por meio do Instagram, a advogada diz que o mandado de prisão foi cumprido contra a influenciadora e sua mãe, Solange Bezerra, e esclareceu os fatos.
“Hoje, pela manhã, a Polícia Civil do Estado do Pernambuco cumpriu um mandado de prisão preventiva contra a minha irmã, Deolane Bezerra, e a minha mãe, Solange Alves”, iniciou.
Daniele ainda disse que a polícia foi até a casa de sua irmã, Dayanne, em São Paulo, para cumprir mandado de busca e “apreenderam alguns objetos de valor, dentre eles relógios e dinheiro”:
“Eu venho aqui falar para vocês que até o momento o que sabemos sobre isso é que é um processo relacionado a empresa Esporte da Sorte. Não sabemos o real motivo disso.”
“Mas sabemos que essa é uma empresa que atua em todo o Brasil, com diversos influenciadores, com diversas emissoras de televisão, e, até onde sei, uma empresa idônea. Mais uma vez, a minha família está sendo perseguida. Mais uma vez venho aqui, com a minha cara a bater, falar que estamos sendo perseguidas e que vamos provar a nossa inocência, custe o que custar. Espero que não venham especular e não me perguntem nada. O que eu tinha pra dizer eu disse aqui. Não temos vergonha e não devemos nada”, completou Daniele.
Prisão de Deolane Bezerra
A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou nesta quarta-feira (4/9) a Operação Integration. Com o objetivo de acabar com um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais, a advogada e influenciadora Deolane Bezerra foi presa.
A investigação foi iniciada em abril do ano passado. As informações são da CNN, confirmadas pela coluna Na Mira.
De acordo com a polícia, são 19 mandados de prisão e 24 de busca e apreensão contra os suspeitos de envolvimento no esquema. Ainda há 170 agentes em Campina Grande (PB), Barueri (SP), Cascavel (PR), Curitiba (PR) e Goiânia (GO), além de Recife.
O sequestro de bens e valores, além do bloqueio judicial de recursos, são de mais de R$ 2 bilhões. Em Recife, ações foram realizadas em um prédio de luxo na orla de Boa Viagem, na zona sul.

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