Eliana se emociona ao falar da morte do pai: "Não é triste, é feliz"
Eliana relembrou os cuidados com José Bezerra antes da morte dele em 2024 e contou como as memórias a ajudam a enfrentar o luto

Eliana emocionou o público ao falar sobre a morte do pai, José Bezerra, durante o Saia Justa, do GNT, exibido nesta quarta-feira (29/7). A apresentadora relembrou os últimos anos ao lado dele, contou que cuidou do pai até o fim da vida e afirmou que, mesmo após a perda, ainda sente a presença dele no dia a dia.
Esse depoimento da Eliana sobre o pai é de apertar o ❤️ #SaiaJusta pic.twitter.com/LqLIyTmgO1
— Canal GNT (@canalgnt) July 30, 2026
José Bezerra morreu em março de 2024, aos 92 anos, após passar um período com a saúde debilitada em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) sofrido no ano anterior. Desde então, ele morava com a filha, que acompanhou de perto os cuidados até os últimos dias.
Ao comentar a perda, Eliana disse que nunca imaginou que sentiria o pai tão presente mesmo após sua morte.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“É o terceiro ano que eu tô sem meu pai. Eu cuidei dele até o final da vida dele, aos 92 anos. Eu sou grata por ter vivido com ele, muito. Mas é curioso, porque eu nunca imaginei que, quando ele partisse, ele estivesse comigo todos os dias”, afirmou.
A apresentadora contou que as lembranças do pai surgem de forma espontânea e que isso transformou a maneira como lida com o luto.
“Eu não sinto ele longe, eu sinto ele dentro de mim. Eu sinto ele muito presente por conta das memórias. Eu não preciso ativar o cheirinho dele através do perfume ou ouvir uma música do Luiz Gonzaga que ele me ensinou. Naturalmente, todos os dias eu acordo e lembro dele”, declarou.
Apesar da saudade, Eliana afirmou que as recordações têm trazido conforto. “O buraco que está aqui não fecha. Mas as memórias me ajudam, de alguma forma, a viver e a lidar com essa saudade. Ele fica aqui. E é curioso o que eu vou dizer para vocês: não é triste, é feliz. As lembranças que eu tenho, quando lembro dele naturalmente, fazem com que eu sinta ele muito vivo.”













