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Davi Brito e Bia Miranda viram alvo do MPF por divulgação de bets ilegais

Davi Brito, Raquel Brito e Bia Miranda estariam divulgando links de casas de apostas ilegais após a MP que suspendeu as bets no Brasil

09/10/2026 11:59
Reprodução/Internet.
Davi Brito e Bia Miranda viram alvo do MPF por divulgação de bets ilegais

Os influenciadores Davi Brito, Raquel Brito e Bia Miranda viraram alvo do Ministério Público Federal (MPF) por suposta divulgação de cassinos e casas de apostas ilegais em suas respectivas contas do Instagram. As publicações do campeão do BBB 24 e das ex-participantes de A Fazenda aconteceram após a Medida Provisória (MP) que proibiu a atuação das casas de apostas on-line, as chamadas bets, no Brasil.

De acordo com a coluna F5, da Folha de S. Paulo, a investigação começou após o jornalista Gabriel Perline divulgar um vídeo mostrando pessoas que estariam burlando a MP e divulgando cassinos de forma ilegal.

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Davi Brito
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Instagram/Reprodução

Os influenciadores estariam divulgando o link, afirmando não se tratar de uma bet, mas de uma plataforma de adivinhação. O Ministério Público aponta que os investigados postavam o link nos Stories, em vídeos do dia a dia, sempre afirmando não se tratar de bet.

O Metrópoles tenta contato com o Ministério Público Federal para esclarecer as informações.

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Proibição das bets

A decisão de acabar com as apostas de quota fixa no Brasil foi tomada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com ele, os jogos e apostas viciam a população, causando endividamento e problemas de saúde mental.

Lula endureceu o tom contra as bets próximo às eleições, no começo de setembro, e prometeu dar um fim ao setor. Desde então, a equipe econômica do governo trabalhou, junto da Advocacia-Geral da União (AGU), para amarrar um texto para a MP que evitasse ao máximo judicializações.

No entanto, os esforços não foram suficientes e representantes do setor entraram com pedidos no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP, alegando que a interrupção das atividades no país foi abrupta, resultando em insegurança jurídica. Além disso, as empresas do ramo afirmam que pagaram outorgas para funcionar no país por um período de 5 anos, prazo que não foi cumprido pelo governo ao editar a MP.