Brigitte Bardot: as grandes polêmicas que marcaram a vida da atriz

A atriz Brigitte Bardot morreu neste domingo (28/12), aos 91 anos, e ficou marcada pela defesa dos animais e polêmicas; relembre

atualizado

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Imagem colorida de Brigitte Bardot no 20º aniversário de fundação dela em Paris 28 de setembro de 2006 - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Brigitte Bardot no 20º aniversário de fundação dela em Paris 28 de setembro de 2006 - Metrópoles - Foto: Thomas SAMSON/Gamma-Rapho via Getty Images

A atriz francesa Brigitte Bardot, um dos maiores símbolos do cinema europeu, morreu neste domingo (28/12) , aos 91 anos. Ela estava internada desde novembro em um hospital de Toulon, no sul da França, e a morte foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot.

Ícone nos cinemas nos anos 1950 e 1960, Bardot construiu uma carreira internacional marcada por papéis que ajudaram a redefinir a imagem da mulher no cinema. Apesar do sucesso, decidiu abandonar as telas ainda jovem, aos 39 anos, quando passou a viver de forma mais reclusa e a se dedicar integralmente à defesa dos direitos dos animais.

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Brigitte Bardot
Imagem de Brigitte Bardot no filme Shalaco, de 1968
Após abandonar o cinema, Brigitte Bardot se tornou ativista da causa animal
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Após abandonar o cinema, Brigitte Bardot se tornou ativista da causa animal

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Brigitte Bardot
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Brigitte Bardot

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Imagem de Brigitte Bardot no filme Shalaco, de 1968
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Imagem de Brigitte Bardot no filme Shalaco, de 1968

Após a aposentadoria, entretanto, a atriz também passou a protagonizar controvérsias com declarações consideradas racistas, homofóbicas e xenofóbicas, além de posicionamentos políticos conservadores que dividiram opiniões na França e pelo mundo.

Polêmicas

Após se aposentar do cinema, Brigitte Bardot dedicou a vida ao ativismo em defesa dos animais. Em 1986, criou a Fundação Brigitte Bardot e liderou campanhas contra a caça, testes laboratoriais, uso de peles, touradas e outras práticas consideradas cruéis.

Paralelamente, Bardot acumulou polêmicas por declarações e posicionamentos conservadores sobre imigração, identidade cultural francesa e pluralidade racial.

Essas visões ganharam maior repercussão com o lançamento do livro Un Cri dans le Silence, em 2003, no qual fez críticas ao islamismo, à imigração e também se posicionou contra a adoção por casais LGBTQIA+.

Em 2018, durante o auge do movimento Me Too, a atriz voltou ao centro das controvérsias ao minimizar denúncias de assédio feitas por outras atrizes. Em entrevista à revista Paris Match, na época, afirmou que muitas acusações seriam exageradas ou usadas como forma de autopromoção, declaração que gerou forte reação negativa.

A atriz também foi condenada pela Justiça da França, em 2021, a pagar multa por declarações consideradas racistas, após se referir a moradores de uma ilha francesa como nativos que teriam “preservado seus genes selvagens”.

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