Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Celebridades

Ator Marco Furlan segue preso; defesa aguarda decisão da Justiça

Marco Furlan, ex-ator da Globo, está preso desde 2 de agosto em São Paulo. Ele é acusado de estuprar uma criança em uma festa

18/08/2026 11:08, atualizado 18/08/2026 11:22
Instagram/Reprodução
Prisão de Marco Furlan por estupro é convertida para preventiva - Metrópoles

O ator Marco Furlan segue preso em São Paulo, sete dias após a defesa dele entrar com um pedido de revogação da prisão do artista. Ex-global, ele está detido desde o último dia 2, acusado de estuprar uma criança de cinco anos em uma festa.

A defesa de Furlan informou ao Metrópoles, nesta terça-feira (18/8), que o pedido de revogação da prisão “ainda não foi analisado”. “Estamos aguardando a juíza”, disse a advogada Graciele Queiroz à reportagem.

Em 12 de agosto, Graciele pediu a soltura do ator e questionou as investigações. Queiroz ainda afirmou, na ocasião, que seu cliente não oferece riscos ao caso: “Qual é o risco que o Marco oferece, sendo que ele mora a mais de 130 km da chácara?”.

Ator Marco Furlan segue preso; defesa aguarda decisão da Justiça - destaque galeria
10 imagens
Prisão de Marco Furlan por estupro é convertida para preventiva
A família de Marco Furlan desativou todas as redes sociais dele após a prisão
Marco Furlan, ator preso por estupro de vulnerável em SP, se dizia solteiro em app
Marco Furlan
Marco Furlan
Ator Marco Furlan.
1 de 10

Ator Marco Furlan.

Reprodução/Internet.
Prisão de Marco Furlan por estupro é convertida para preventiva
2 de 10

Prisão de Marco Furlan por estupro é convertida para preventiva

Instagram/Reprodução
A família de Marco Furlan desativou todas as redes sociais dele após a prisão
3 de 10

A família de Marco Furlan desativou todas as redes sociais dele após a prisão

Redes sociais/Reprodução
Marco Furlan, ator preso por estupro de vulnerável em SP, se dizia solteiro em app
4 de 10

Marco Furlan, ator preso por estupro de vulnerável em SP, se dizia solteiro em app

Marco Furlan
5 de 10

Marco Furlan

Reprodução / Redes sociais
Marco Furlan
6 de 10

Marco Furlan

Reprodução / Redes sociais
Marco Furlan
7 de 10

Marco Furlan

Reprodução / Redes sociais
Marco Furlan
8 de 10

Marco Furlan

Reprodução / Redes sociais
Ator Marco Furlan segue preso; defesa aguarda decisão da Justiça - imagem 9
9 de 10

Reprodução / Redes sociais
Ator Marco Furlan segue preso; defesa aguarda decisão da Justiça - imagem 10
10 de 10

Reprodução / Redes sociais

Acusação contra Marco Furlan

Marco Furlan é investigado por suspeita de estupro de vulnerável envolvendo uma criança de cinco anos. O episódio ocorreu durante a madrugada de 2 de agosto, em uma propriedade em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.

Segundo a defesa da criança, a mãe ouviu gritos vindos do quarto onde o filho dormia. Ao entrar no cômodo, teria encontrado o investigado sem roupas no mesmo ambiente em que a criança também estava despida. O menino chorava e relatava dor, ainda conforme a manifestação.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Em 3 de agosto, ele passou por audiência de custódia e teve a prisão mantida pela Justiça. Marco foi indiciado por estupro de vulnerável em 6 de agosto.

Laudo do IML

O Metrópoles divulgou, com exclusividade, o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) referente ao caso. No documento, o médico-legista afirma que “não há, no presente exame, evidências de lesões corporais”.

O médico-legista Rodrigo Carvalho de Almeida afirma que “não há elementos” de práticas de ato libidinoso no exame do menino, que investigou “lesões de interesse médico legal” na região anal da criança.

O documento ainda diz que aguarda resultado de exames complementares, como “pesquisa de espermatozoides”. O exame foi feito em 4 de agosto, dois dias depois do ocorrido, em 2 de agosto.

Maria Fernanda Mituo, advogada da criança, disse à reportagem que, apesar do exame, “as provas da materialidade são incontestáveis”.

“Embora o exame físico realizado até o momento não tenha identificado lesões macroscópicas, o próprio laudo pericial esclarece que a ausência de lesões físicas não é suficiente, por si só, para afastar a ocorrência do delito investigado, especialmente diante da natureza dos fatos e das particularidades do exame realizado posteriormente ao evento”, afirmou a defesa do menino.